segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Retornando

Olá de novo pessoal.

Eu tive alguns problemas com o google, mas após uma checagem da linha e recuperação do blog e do e-mail, voltou a normalidade. Só falta refazer o visual do blog, mas farei isto com calma depois :)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Republicanos e separatistas - Parte 03

Após perder feito para os dois rapazes naquele videogame depois de várias partidas, resolvo dar um tempo, tomando um banho e depois de gaiata  ir para a cozinha, bebendo uma cerveja e colocando as idéias no lugar enquanto preparava alguma coisa para eu comer. Usando o roupão de banho do Jorge que achei no banheiro, eu pensava de qual motel ele roubou, para ter um numero de telefone e um simbolo bordado nas mangas escrito "Alto da Serra".

No meio do meu lanche eu vejo Jorge entrando nú na cozinha, com uma cara meia abatida. O tempo que ele tina ficado com Gabi foi bem aproveitado. A pedido dele faço um lanche e lhe dou uma cerveja, sentando em seu colo em seguida, sem esperar convite dele. Nós dois começamos a conversar, um notando a frustração do outro.

Começo a contar como fui ignorada pelos dois amigos dele, que jogavam videogame. Ele ri da história, comentando algo entre uma mordia ou outra no seu sanduíche de queijo derretido com presunto, mas sempre com uma mão livre apalpando a minha coxa, por baixo do roupão de banho. Quando ele termina seu lanche, passa a me contar como foi no quarto com a Gabi. Ela tinha se aproveitado bem dele antes da bebida e do fumo ter feito seu efeito... Fazendo ela cair apagada, no meio do ato. Foi a minha vez de rir dele, e com gosto.

Ele ri junto comigo, deixando suas duas mãos brincarem com as minhas coxas, alisando-as. Sorrio para ele, dando cerveja em sua boca, e depois nos beijamos, segurando a latinha gelada com cuidado. Bastou uma rápida troca de olhares para saber o que cada um queria.

Ele me posiciona encima dele, "colocando" algo com bastante jeitinho. Coloco as minhas mãos nos ombros dele, me apoiando melhor enquanto me sento em uma posição melhor para ele, sentindo algo deslizar com cuidado para dentro.

Começo a deixar ele provar e brincar com os meus seios, enquanto o roupão se abre com os meus movimentos contra o corpo dele. Sinto a língua dele explorando o meu seio direito enquanto algo me tomava, penetrando em mim enquanto meus gemidos ecoavam pela cozinha. A cadeira de metal rangia com a forma que eu me movimentava encima do Jorge, que apertava a minha cintura com gosto contra ele em cada movimento. Quando eu sento o climax dele chegar dentro de mim, tirando o meu ar e me preenchendo por dentro.

Jorge relaxa um pouco, tomando alguns minutos de fôlego. Bebemos juntos mais uma cerveja, dispersando um pouco daquela frustração que cada um teve com nossos parceiros anteriores. Quando os dois já estavam recuperados, passamos para a segunda rodada, desta vez, ele por cima de mim no chão da cozinha.


Após ter terminado tudo, ele me levou para o quarto dele, onde jogamos um bom tempo de papo fora, enquanto ele "brincava" com as suas mãos em mim. Não chegava a ser intenso, mas era o suficiente para me deixar com mais vontade. Ele chega a me falar de uns jogos eletrônicos, como Second Life ou Cidade Baixa, para depois explicar o tal "gta'" que é o bonetown e finalizando com o sexy beach 3. A conversa ia para jogos eletrônicos, videogames e hentais da net, não prendendo o meu interesse por muito tempo, mas dava tempo a ele para a terceira rodada.

Jorge já estava cansado, mas não o suficiente para dormir. Decido ir com ele para a cama onde a Gabi está dormindo bêbada. Depois de ter a terceira rodada com o Jorge naquela cama, nós dois eu apagamos pelo cansaço.

* * *

Na parte da manhã, antes de todos levantarem eu dou um pulo na sala. Vejo os dois amigos do jorge ainda acordados, jogando seu jogo. Percebo que os dois são um caso perdido...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Republicanos e Separatistas - Parte 02

Jorge e Gabi acabam indo para o quarto abraçados após terminarem de "brincar" um com o outro, já bem cansados. Os dois trancam a porta, dando a entender que não queriam ser incomodados de forma nenhuma.

Eu e o amigo do Jorge continuamos sentados no sofá, observando o outro amigo deles jogando o videogame distante de tudo com os seus olhos vidrados já avermelhandos fixos na tela da televisão com um finalzinho de cigarrinho no canto da boca, enquanto conversamos bobagens bobagens sem nexo a respeito do jogo. Nós dois decidimos aprontar com este gamemaniaco viciado.

Toda dengosa, me aproximo do gamemaniaco, sentando do lado do sofá ainda nua pelo "combate" que tive com o Jorge a pouco tempo atrás. Começo a falar coisas sem importância, puxando assunto, ouvindo ele respendendo "sim", "não", "hmmm" "sei lá" ou qualquer coisa que sua mente desatenta pudesse falar em meno de um grunido. Pergunto se posso deitar a minha cabeça em seu colo, ouvindo outro grunido de pura desatenção, concordando ou não com o que pedi. O jogo de tiroteio na guerra do golfo que ele jogava prendia toda sua atenção  e percepção.


Sem entender se era uma permissão ou negação dele, coloco a minha cabeça no colo dele. Só noto os braços dele levantando instintivamente para não perder o tiro headshot que ele dava em seu jogo online. Um pouco irritada com a desatenção, decido jogar pesado com ele... E sem esperar convite ou dar aviso, eu coloco "a arma" dele para fora, começando a brincar com uma das mãos. Ele começa a ficar com a arma "em prontidão", com o seu corpo respondendo as minhas caricias, mas não sua atenção ainda.

Eu continuo a brincar com ele, beijando e movendo o meu rosto em um vai e vem gostoso encima da cintura dele, fazendo ele começar a gemer baixinho de forma involuntária, mas sem tirar os olhos da tela de seu jogo. Após algum tempo provocando e brincando com ele sem parar, eu escuto seu grunido abafado de satisfação enquanto sinto algo caloroso vindo dele para dentro de minha boca. Engulo e passo a lamber, limpando com calma o "armamento" dele.

Termino o que faço por alguns minutos, me sentindo um pouco furiosa por continuar a ser quase plenamente ignorada. Sento do lado dele no sofá, respirando fundo por um momento... Olho para o amigo do Jorge, rindo do outro sofá, bebendo uma cerveja. Ele gargalha ao me ver furiosa e dá dois tapinhas na coxa direita dele, me convidando para ir até ele e se divertir um pouco.

Pego outro cigarro no pote, acendendo e trago um pouco antes de ir até ele. Sentada em seu colo fumamos por longos minutos, não deixando aquela neblina mental deliciosa terminar. Eu começo a cavalgar nele, com o meu corpo iluminado apelas pela luz das telas do jogo, com sons de tiros e a musica de combate que tocava ao fundo, dando ritmo aos nossos movimentos... E em um cigarro do outro as vezes sinto ele mordendo e lambendo o seio esquerdo, enquanto algo embaixo de mim me invadia, fazendo meu corpo delirar. Trocamos mais algumas caricias por alguns momentos e ele resolve "Pedir um tempo" para descansar um pouco...

Quando ele finalmente termina de se satisfazer comigo, ele se senta perto do videogame e passa a jogar também, se tornando outro zumbi de videogame.

Recupero o meu fôlego, olhando ao redor do apartamento. Dois homens jogando algo, sem se importar com mais nada no mundo. Me levanto, para ouvir atrás da porta, ouvindo Gabi e Jorge se divertindo muito na cama, me fazendo sentir uma ponta de inveja.


Ainda estava com vontade de fazer algo, mas não tinha mais ninguém com quem se divertir. Só me restou ir ao banheiro, tomar um banho e descansar um pouco, para depois pegar os dois amigos do jorge, para tentar ir matando eles dentro de um jogo. Headshot tem um valor especial as vezes...

sexta-feira, 11 de março de 2011

Republicanos e Separatistas - Parte 01

Aproveitando um fim de semana de folga, eu resolvo visitar a república onde o Goiaba e o Chofer vivem, já que consegui algumas amizades lá dentro indo jogar rpg de vez em quando com os dois. Era umas 5, 6 da tarde, estava chegando depois do meu trabalho. Primeiro vejo se o Goiaba estava no apartamento dele, mas desconfiava que ele tinha saido por não ver a kombi vermelhona dele no estacionamento. Passo em seguida para o apartemento do Chofer, alguns andares a cima, vendo que estava tudo trancado, sem ninguém.

Subindo as escadas em direção do ultimo andar, começando a escutar a música pesada de uma banda popular de heavy metal. Chegando no corredor, vejo que a música sai do apartamento de um dos rapazes festeiros do prédio chamado Jorge, do qual já tenho amizade. Porta entreaberta, eu entro cumprimentando ele, interrompendo os estudos dele no sofá, em frente ao aparelho de som dele, junto com a Gabi. Rapidamente ele diminui o volume do seu som, para conversar melhor comigo e com a Gabi, interrompendo a sessão de estudos dos dois. Tomamos algumas latinhas de cerveja juntos, conversando sentados no sofá sobre os últimos acontecimentos.

Goiaba estava viajando e voltaria só no dia seguinte, enquanto o Chofer ninguém tinha visto naquela semana. Gabi contava como estava indo no curso dela, enquanto o ele ia e voltava da cozinha trazendo mais cerveja e salgadinhos, nos deixando a vontade para conversar. Depois de quase uma hora e meia de conversa a Gabi convida para passar a noite ali no apartamento, junto com ela no mesmo quarto. Jorge disse que não tinha problema, indicando um dos quartos para eu trocar de roupa e descansar, quando desejar.

Passamos quase uma hora colocando a conversa em dia, quando um pouco mais tarde, outros dois amigos do Jorge e da Gabi chegam no apartamento, trazendo pizza e mais bebidas, para jogarem videogame noite a dentro e falarem bobagem. Estava divertido falar algumas bobeiras, rir de piadas aqui e ali, bebendo vinho ou cerveja enquanto um derrotava o outro em jogos de luta. A bebida com certeza ajudava, pois ninguém se tornava invencível depois da terceira latinha de cerveja.

Em certo ponto da jogatina noite a dentro Gabi pergunta ao Jorge se pode dar um "tapa". Ele concorda e a garota vai até a estante dele, do lado da televisão e pega algo de dentro de um bibelô de um gato gordo bem feio, que sai a parte de cima. De lá de dentro ela tira um daqueles cigarrinhos caseiros.

 Ela volta para o seu lugar, passando a acender e a fumar aquele cigarrinho e passar para o Jorge e seus amigos, que davam uma tragada cada um. Eu recusei a primeira oferecida, mas todos passavam a dar uma dragada de tempos em tempos, alternando quem fuma com quem joga ou com quem fuma e com quem bebe. Lá pela sexta ou sétima oferecida, com a sala já cheirando de uma forma gostosa, acabo aceitando dar uma tragada para não parecer a chata do grupo, meio relutante .

A sensação de relaxamento e desligamento vem devagar, mas surtia seu efeito. A sensação era agradável, bem vinda ao meu ser. Enquanto a gente fumava em grupo, as piadas e comentários faziam mais sentido, era tudo mais compreensível. O papo sobre os personagens do jogo pareceria absurdo, mas sob o efeito daquele cigarrinho toda lógica era aceitável, por mais discutível que fosse.

Na sala, a conversa sob uma densa nuvem de cheiro bem característico discutia sobre lutas de diferentes versões dos jogos de luta do street fighter... Até que alguém decidiu imitar um dos seus personagens, o Dee Jay, ficando em pé no meio da sala, dando alguns golpes desajeitados. Outro vai no embalo, decidindo imitar o Fei Long, tirando sua camiseta e indo até o meio da sala, usando sua calça de moleton.

Os dois improvisam uma luta de faz de conta, sob a torcida dos olhos vermelhos, quando "Dee Jay" cai por um golpe errado, de mentirinha. Ele volta para o sofá, quando Jorge resolve entrar para a luta, imitando o Zanguief, ficando apenas de cueca e com o seu porte fisico lembrando mais o E.Honda. Ele e o "Fei Long" lutam na sala, desta vez mais sério, no meio de risos e piadas até que "Fei Long" desiste e perde a luta.

Eu e Gabi assistiamos as lutas, fumando o cigarro que eles deixaram para nós... Até que o Jorge aponta para Gabi e fala "Elena, é tua vez. Suba no ringue". Conhecendo a personagem, ela tira a camiseta e calça, ficando apenas de sutiã e calcinha. Ela anda até o "ringue" no meio de aplausos e assovios dos outros "jogadores", com direito a um "Round one, fight!" gritado por mim no sofá.

"Elena" começa a fingir um ou outro golpe de capoeira, quando "Zanguief" a agarra com uma chave de braço, prendendo-a por trás. Ela não tem força para se livrar da chave, enquanto o lutador russo a derruba no chão, ficando por cima dela. Quando "Zanguief" usava uma de suas mãos para abaixar sua cueca e tomar posse de seu "prêmio", a "Elena" reage, dando uma joelhada digna de mortal kombat, fazendo ele cair do lado no chão, sem fôlego. Alguém do sofá fala "Perfect", gargalhando. Logo em seguida Gabi se levanta, ajeitando sua calcinha e sutiã, que ficou desajeitado pelo agarra-agarra da luta. De forma animada, ela pega uma latinha de cerveja na mesa e levanta como se fosse um troféu, sorrindo e comemorando, para se sentar de volta ao sofá, para "bebemorar" sua vitória.

Jorge se recupera após alguns momentos, ficando de pé de novo, um pouco insatisfeito por ter perdido a sua luta daquela forma diante de todos. Então ele se vira para mim falando "Sua vez, Cammy, venha!". Dou uma ultima tragada no cigarrinho e mato a minha cerveja já bem alta, indo lutar contra o "zanguief" na sala. Como a Gabi fez, deixo a minha calça e camiseta jogadas em um canto da sala, indo para o "ringue" no meio da sala.

No começo da luta "Cammy" e "zanguief" se mantém afastados, ele tentando agarrar ela com uma chave e ela, escapando. Em um momento da luta, ele agarra pelo sutiã, arrancando-o com uma puxada bem forte, arrebentando e fazendo os espectadores no sofá assoviarem. A "cammy" cobre seu busto surpresa pelo puxão e logo em seguida é agarrada pela frente, em um abraço forte. Ela tenta se soltar, mas o "zanguief" é mais forte, virando-a de lado e a derrubando de bruços encima de uma das poltronas do sofá, no meio de um grito assustado dela.

Ele puxa a calcinha com as duas mãos, jogando para um dos rapazes da plateia do sofá, que ri do seu souvenir inesperado. "Zanguief" dá um sonoro tapa na bunda dela, fazendo-a gritar assustada. Ele deixa sua cueca cair para os pés e passa a tomar o seu prêmio, invadindo-a e possuindo por trás em uma investida total. "Cammy" prostesta, dizendo para ir mais devagar, porque tava doendo. O russo parece não entender, avançando com mais vontade e intensidade, fazendo a sua virilha bater com força contra o bumbum dela, fazendo a garota fechar os olhos com força e tentar relaxar, enquanto sentia ele tomando-a a força. A torcida do sofá aplaudia e ria enquanto fumava seu cigarrinho, querendo mais. Por longos minutos, "Cammy" sentia ele me invadindo e me tomando por trás, me fazendo cerrar os dentes, gemendo abafado pelas suas investidas. Jorge não tinha meio termo, ele vinha com tudo, agarrando-me pela cintura e forçando a movimentação. Eu curvava o meu corpo, sentindo tudo tremer diante da força dele. Não era fácil acompanhar o seu ritmo.

Quando Jorge termina de se satisfazer com o seu "prêmio", eu respiro fundo, relaxando enquanto sinto ele se brincar com o meu bumbum, "pincelando" com o seu membro, marcando sua "propriedade" com o resultado do seu prazer. Ele ri, falando todo cheio de si "quem perde, dá!", andando nú em direção a mesa da sala, para depois pegar um cigarrinho e dar uma tragada forte. Continuo deitada de bruços no sofá, me recuperando e vendo os outros.

Gabi ri, mandando ele deitar no chão, para ela cobrar seu "prêmio" dele, já que ganhou uma luta contra ele. Jorge concorda, terminando de beber sua cerveja e deita ali no chão da sala para Gabi sentar em seu colo logo em seguida. Os dois ficam "brincando" entre si, até o Jorge ficar pronto novamente... Para ela começar a cavalgar nele, rindo. Eu me deito de lado, vendo a Gabi se mover sobre ele como uma verdadeira gata, aproveitando seu próprio tempo para sentir o contato dele em seu corpo.

Um dos amigos do Jorge se aproveita da distração dele com a Gabi e anda até mim, para ficar em pé ao meu lado. Deitada de lado no sofá, olho para cima, em direção do seu rosto. Ele sorri e em silêncio, oferecendo um cigarrinho na metade. Com um aceno silencioso, concordo aceitando o cigarro, para dar mais uma tragada das boas e sentir a sensação de relaxamento despretensioso me tomar mais um pouco. Conversamos algo sem nexo, enquanto nós dois olhavam Gabi e Jorge ficarem rolando um encima do outro no chão. Enquanto a conversa fluia, nós dois continuávamos a fumar até acabar o cigarro. O outro amigo do Jorge jogava videogame, alheio a tudo em seu próprio mundinho enfumaçado.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Antigos jogos - Parte 06

Se passou algum tempo após a cena na loja de rpg. Eu voltei a visitar a loja duas semanas depois para jogar e conversar com os meus amigos da loja. Os meus amigos do grupo de rpg ainda jogavam na mesma salae ao me ver me cumprimentaram um pouco acanhados, tentando fingir que nada aconteceu naquele dia. O meu (ex) namorado continuava a falar comigo, mas com muito cuidado e cheio de receio de fazer ou falar algo errado. Estavam todos pisando em ovos ao falar e lidar comigo. Nas semanas seguintes que se passaram após o meu retorno, o nosso grupo se reunia mais para falar bobagens e conversar a respeito de tudo, mas jogavam muito pouco na loja.

Entre uma destas conversas, eu sugiro a idéia de um jogo na casa de um deles, no sobrado em construção seria divertido. Os quatro se entreolham pensando por alguns momentos e por fim, concordam. Decidimos ir durante o meio da tarde mesmo, passando em um supermercado no caminho para comprar comida, bebida e refrigerantes. Após uma ou duas horas de papo furando enquanto nos acomodamos naquele jogo de sofá velho no sobrado, botamos as bebidas e comidas na mesinha desgastada só para depois começar a jogar. Todos estavam mais a vontade para jogar, beber e se divertir juntos como nos velhos tempos.

Decidimos jogar o bom e velho D & D. Eu faço uma feiticeira, enquanto o meu ex terminava de preparar um guerreiro... Os outros escolhem ranger e um bárbaro, enquanto o ultimo fica com a tarefa de ser o mestre de jogo. O cenário é em um reino criado pelo nosso mestre, e os nossos personagens já se conheciam de (supostas) aventuras passadas a pouco tempo, atuando como mercenários (a maioria dos personagens eram tudo neutro, menos o do bárbaro que era chaotic evil).

O nosso grupo de infelizes e mal pagos mercenários fora contratados para roubar um artefato raro, de um reino distante e levar até as mãos do nosso contratante. Partimos da cidade (de forma complexa e bem clichê batizada pelo nosso mestre de) Capital, seguindo pelas estradas e trilhas por longas horas.

O nosso grupo de personagens faz tudo que está na cartilha durante as viagens... Matam animais inocentes para pegar carne e presas... Espancam bandidos que ousam atravessar o seu caminho, roubam uma caravana que por ali, azaradamente passava pela estrada, espantam um suposto npc clérigo lawful good que poderia supostamente nos ajudar, mas o nosso Bárbaro Ruivo (conhecido singularmente como "Ruivão", porque ninguém conseguia traduzir seu grunido de int 7 ou 8) dá uns caratiripapos, dizendo que não quer homem afrescalhado viajando conosco. Tudo isto em algumas horas de jogo.


Dentro e fora do jogo, a noite já caiu. Os nossos aventureiros armam suas barracas e começa a assar a carne dos animais que pegaram pelo caminho, em uma enorme fogueira, comendo e bebendo enquanto os seus jogadores fazem o mesmo, com bastante salgadinhos, sanduiches, vinho e muita cerveja. Foi quando o jogador do Bárbaro olha para mim e pergunta baixinho "topa?". Sem entender direito, eu falo "Topo". Foi quando começou a cena dentro do jogo.

******

No acampamento dos nossos aventureiros, o bárbaro Ruivão observa a minha feiticeira, devorando-a com os olhos. Largando sua carne assada e jogando a qualquer canto, ele vai em direção dela e a agarra pelos cabelos por trás, puxando para sua tenda. A feiticeira reclama e tenta protestar, mas um tabefe do Ruivão a cala, de imediato.

******

Na nossa roda de jogo, a cena aconteceu um pouco diferente. Depois dele ouvir "Topo", ele começou a fazer sua narração, em tom sério. Ele descreveu como o bárbaro observava a feiticeira enquanto comia a carne assada na brasa e bebia seu vinho. Ele levanta de seu lugar no sofá, caminhando até a poltrona velha onde eu estava. Ele segura os meus cabelos com cuidado, após dar uma piscada para mim... E dizendo que vai até a tenda dele, arrastando a minha personagem. Eu tento resistir, mas antes de poder recitar qualquer encanto ou reagir, o jogador faz a mimica de um tapa. Concordei e interpretei, seguindo a cena. Sigo com ele para o quarto escuro, com aquele colchão velho e judiado no chão.



******

Dentro da tenda, o Ruivão senta no chão, puxando a feiticeira para o lado dele, bem juntinho. Grunindo algo furioso, ele levanta um pouco as peles amarradas que protegem seu corpo, expondo a sua virilha e puxa a cabeça da feiticeira até lá. Mesmo tentando resistir, ela é forçada a mover sua cabeça, enquanto coloca algo em sua boca. O Ruivão gruni algo feliz, sorrindo enquanto a feiticeira continua a mover sua boca para cima e para baixo, forçada pelo bárbaro ruivo. Entretido, o bárbaro despe a feiticeira, enquanto ela continua a diverti-lo.

******

O jogador faz sua narração, sob o olhar atento de todos que observam da porta. Ele levantanda apenas a camiseta e mostrando a própria barriga. Eu me posiciono, ajoelhando no chão, em frente dele e começo a brincar, beijando a barriga dele. Talvez bastaria apenas fazer a mímica ou muito menos só para deixar ele na vontade ou fazer  a cena, mas o olhar sofrido do meu ex que olha junto com os outros da porta, espiando e temendo que algo acontecesse me fez mudar de idéia. Começo a fazer a mímica, movendo a minha mão e a minha cabeça, sem  toca-lo. Ele ri, enquanto faço a cena e entendendo a brincadeira.

Em uma certa altura da brincadeira, o jogador fala que vai despir a feiticeira e depois a si mesmo. Eu concordo e fico em pé, retirando as minhas sandálias e depois tirando o meu vestido, ficando de sutiã e calcinha rosa. Enquanto o jogador do bárbaro ruivo ficava só de cueca e se sentava no colchão, eu terminava de me ajeitar, no meio daquela escuridão toda.

****

Na tenda, a feiticeira tem suas roupas rasgadas pelo bárbaro e ele a deita no chão, passando a abocanhar o seio esquerdo dela, passando a chupar enquanto se ajeita encima dela. Ela grita, pedindo ajuda aos outros aventureiros, mas o Bárbaro, enquanto mordo o seio e engancha um dedo embaixo dela, fazendo-a fechar os olhos com força, sentindo algo.

****

Eu me deito no chão, com ele encima de mim. Com um olhar rápido de aprovação da minha parte, ele começa a interpretar o estrupo da minha feiticeira. Ele fica por cima de mim, beijando e apalpando meu seio esquerdo, por cima do sutiã enquanto roça sua cintura na minha. Sinto o volume dele por debaixo da cueca. Os outros jogadores e o mestre olham da porta a cena interpretada, enquanto eu grito de forma bem cômica por socorro, como se fosse uma penélope charmosa.  O jogador do bárbaro resolve tirar uma casquinha a mais, brincando com os dedos por cima da minha calcinha, enquanto eu falo.

* * *

Após brincar o suficiente, o Bárbaro passa a deitar seu corpo sobre a feiticeira, investindo-se contra ela e a possuindo a força. A feiticeira sente ele a invadindo-a enquanto segura seus braços no chão e gritar por ajuda, mas o bárbaro a cala novamente com outro tapa. Ele continua a toma-la de forma bruta, até que ele chega no seu climax, gargalhando enquanto sente preenchendo ela com sua virilidade. Ele espera alguns momentos, para depois coloca-la deitada de bruços no chão, passando a domina-la por trás. A feiticeira grita ao sentir a invasão que o bárbaro faz por sua retaguada, segurando com força sua cintura com suas mãos pesadas. Ela ranger os dentes, fechando os olhos com força enquanto o bárbaro continuava a domina-la.

* * *

Ele desliza a mão para dentro, passando a me acariciar com o dedo. Ele continuou a me acariciar com o dedo por alguns momentos, enquanto colocava "aquilo" para fora. Não foi preciso esperar muito e ele já começava a se ajeitar em mim, retirando as minhas peças intimas em silêncio.

Quando ele começou a se movimentar e os sons de nossos gemidos começou a ecoar naquele quarto escuro, os outros jogadores e o mestre assistiam tudo, em silêncio. Antes dele chegar no seu climax, eu me levanto, interrompendo ele, assumindo uma posição mais confortável para os dois, ficando de quatro encima do colchão.

Ele sorri e desta vez vem por trás, movendo-se devagar. Eu acompanho seus movimentos, sentindo suas mãos deslizando da minha cintura em direção ao meu busto. Após os dois terem terminado, ele sai do quarto nú, indo para a sala de jogo beber uma cerveja e eu, descanso sentada no colchão por alguns minutos. Os outros jogadores e o mestre foram para a sala, com ele. Decido ir como estou, para a sala também.

Entro pela sala, nua. todos param de conversar para me observar ir até a mesinha da sala, me curvar convidativamente e pegar uma latinha de cerveja e bebendo em seguida, com a maior naturalidade. Sinto o olhar aflito do meu ex, enquanto os outros se deliciavam com a cena. Bebo em silêncio, deixando eles me observarem livremente, esperando alguma reação deles além de olhar. Foi quando eu falei "vamos voltar a jogar."

Nas horas seguintes eu joguei rpg nua sentada no sofá entre o mestre e o outro jogador do Ranger. Havia um intenso ar de desejo no vindo dos dois, mas nenhum deles tomava a iniciativa. O jogador do bárbaro acabou dormindo na poltrona, nú também. O meu ex sentava a minha frente, sem saber o que fazer.

A vingança era bem doce naquele momento.




sábado, 1 de janeiro de 2011

Antigos jogos - Parte 05

Eu entro na loja de RPG, pensando em tudo que aconteceu nas ultimas horas, tanto na festa na casa do meu ex quanto naquele terreno baldio. Tento manter as aparências, fingindo que nada aconteceu. Cumprimento alguns conhecidos que freqüentam a loja todo final de semana, como eu. Perco algum tempo conversando com eles e depois subo as escadas em direção a uma das salas de jogos, da qual o meu grupo de rpg costuma usar.

Ao chegar próximo a porta entreaberta da sala de jogos, notando que todos estavam sentados no chão, encima de almofadas. Escuto o meu namorado explicando como foi a festa, com muitos detalhes. Fico em silêncio, encostada na parede esperando ele falar algo que posa ser comprometedor... E a espera de vários minutos teve sua recompensa. Escuto ele começar a contar como foi que acabou no quarto com dois amigos e aquela garota...

Ele estava começando a chegar na parte da história, dizendo que convidou todo mundo da escola de música e da escola que cursava, querendo se fazer de bonzão para os amigos. E em um certo momento da festa, ele notou que a garota mais desejada da escola de música estava na festa. Ela era muito invejada pela bela voz, habilidade com flauta e violino e sua beleza. Desejando não deixar ela "escapar", ele combinou com alguns dos seus amigos para o ajudarem, se alternando ao conversar com comigo em lugares diferentes da festa, pedindo para que tomasse a minha atenção, para desta forma deixar ele longe das minhas vistas e  aos poucos paquerar ela ou quem sabe, algo mais.

O plano deles estava dando certo mas resolveram apimentar mais ainda, dando a ela algumas batidas especiais, fazendo a garota ficar "solta" bem mais rápido que o normal. Quando notaram que ela começou a ficar bem mais "feliz" da forma que desejaram, passaram a confundi-la e a influenciar, conversando sobre várias coisas diferentes. A garota foi facilmente convencida a subir para o quarto...

No quarto, eles e a garota combinaram um joguinho rápido, que precisava falar algo comprometedor ou pagar, bebendo uma dose de destilado dos bons ou tirar uma peça de roupa. O jogo foi bem rápido, já que ela já estava para lá de bagdah. Bastou saber como conversar e como jogar o jogo, para deixa-la como eles queriam.

O meu namorado foi primeiro, satisfazendo-se nela plenamente. Ele contava com toda riqueza de detalhes como ela reagia aos avanços dele, gemendo e deixando ele beijar e mamar em seus seios. Depois de ter possuido ela na cama e de ter tocado nela de todas as formas que satisfaziam o desejo dele, dois de seus amigos alternavam-se na cama com a garota, tirando proveito dela.

Antes dele terminar a sua história, eu entro na sala de jogo no meio de uma frase comprometedora dele, dizendo como foi gostoso "meter" nela. Todos se voltam para a porta, me vendo fechar e trancar. Sinto os olhares assustados deles. Quando eu pego a chave da porta e a guardo na bolsa, vejo o meu namorado engolir seco, sabendo que foi pego no flagra e não tinha para onde fugir. Os nossos amigos de rpg se afastavam dele, enquanto eu caminhava em sua direção.

Eu paro a frente dele, em pé enquanto ele ficava sentado no chão olhando para cima, pensando no que dizer. O empurro para trás, fazendo deitar no chão, para em seguida, sentar encima da virilha dele com violência e apoiar as minhas duas mãos em seus ombros, apertando com força. Lanço um olhar furioso, que desarma ele imediatamente. Todos na sala escutam eu dizer "conte tudo de novo". O meu namorado tenta lançar uma desculpa, mas já no inicio da frase eu o corto, exigindo que ele conte tudo, em um tom de voz sério e direto.

Ele passa a contar a história de novo, de uma forma mais resumida e leve, usando uma voz meio entrecortada, receosa. Em nenhum momento os meus amigos de rpg interromperam ele ou a mim, ficando calados, ouvindo novamente a história, palavra por palavra. Quando ele termina de contar a história de "conquista" dele, todos ficam calados por um logo momento, aguardando o que eu faria a seguir.

Pondero como botar ele no seu próprio lugar. Falar que já tinha sabido de tudo antes e depois ter me vingado dele não teria o mesmo efeito, e também não estava tão revoltada quanto antes, como na hora da festa. Decido ir para as cabeças, chutando tudo para o alto, fingindo estar mais furiosa e revoltada do que realmente estava.

Retrucando com "Ah é? Ela foi tão boa assim?" Eu levanto a minha camiseta, jogando no chão, xingando ele. Quando termino de me despir da cintura para cima, todos na sala ainda estão surpresos e confusos. Eu me levanto, para abrir a minha calça e terminar de me despir completamente na sala, diante de todos. O meu namorado fica observando, deitado no chão sem saber o que fazer.

Quando eu termino de me despir, continuo a xingar ele, passando a abrir e puxar as calças dele para baixo. Com um tom enérgico ele me ouve dizer "Broxa como antes, que te mato". Eu sento encima dele, sentindo que o meu namorado estava com medo e confuso, sem saber o que fazer.

Quando eu disparo "Mete logo, ou preciso estar bêbada para você ficar com tesão?", os nossos amigos se entreolham, sem saber a quem apoiar ou como reagir a cena. O meu namorado força uma ereção, mas logo falha, diante do nervosismo da situação. Me levanto, grunindo um palavrão dos mais pesados que conheço e o mando ficar ali onde está.

Eu caminho até um dos meus amigos de rpg, que engole seco, nervoso. Com um tom de voz de uma general, mando ele mostrar as suas armas para mim. Ele olha para o meu namorado e rapidamente eu reclamo, dizendo que broxa não tem voz comigo e em seguida, mando ele mostrar tudo. Em pé, ele desce as calças, mostrando seu equipamento, sem saber o que fazer ou dizer para todos.

Eu o encosto na parede, mandando me segurar aqui e ali, furiosa. E passo a me mover contra o corpo dele, reclamando que se ele broxar também, eu arrancaria fora. Nenhum dos dois aproveita direito, mas ele chega a seu climax precocemente, nervoso. Olho em seguida para o segundo amigo de jogo, mandando mostrar tudo. O meu namorado me observa, vendo eu ajoelhar na frente de seu amigo e me vê lambendo e chupando o "equipamento" deste seu amigo. Este chega ao seu climax também, bem mais cedo do que o normal.

Olho para o ultimo amigo de jogo, já com as calças abaixadas. Me viro para ele dizendo "é pequeno demais, não me interessa". E caminho de volta para o meu namorado. Ele olha para mim sem saber o que falar ou fazer. Trocamos olhares por meio minuto, em silêncio. Ele assustado e pálido, sem saber onde se esconder... E eu com um olhar furioso, pronto a mata-lo.

O silêncio é rompido quando eu digo "Já que pulou a cerca ontem, vou fazer o que quiser. E também broxou feio como um velhinho na frente dos nossos amigos, depois daquela história de garanhão reprodutor que contou..."

Enquanto falava isto, eu voltava a me vestir, vendo o meu namorado sem saber onde esconder a cara de vergonha. Os nossos amigos de rpg estavam observando tudo em silêncio, com medo de dizer ou fazer algo errado, a ponto de irritar um dos dois.

"...Só me fez ficar com mais raiva. Até ele dá mais conta do recado que você..." Falo apontando para um dos dois que "ataquei" depois da broxada do meu namorado. "...E o outro não ficou atrás não. Até conseguir me provar que tem uma pegada melhor que dos dois, depois de comparações, não quero mais nada contigo. Além de corno, é broxa. Agora entre nós é só jogo de rpg mesmo."

Termino de me vestir e destranco a porta, saindo da sala de jogo em seguida. Os 3 ficam sem saber o que falar depois daquela cena que fiz. Deixo a loja de rpg e decido ligar para o amigo que fiz na festa, do qual passei a madrugada junto. Momentos depois, ele aparece de carro, para me buscar e passar o resto do fim de semana com ele...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Antigos jogos - Parte 04

O sol começava a rair naquele terreno baldio... E eu abria os olhos, olhando ao redor, tentando me localizar. Eu sentia uma enorme dor de cabeça, ao notar que estava no banco de trás do carro, nua agarrada a um dos "amigos" que fiz naquela festa. Os outros dois rapazes dormiam pesadamente nos bancos da frente, também nús. O carro e todos no interior fediam a sexo, vômito e bebida. Me sentindo esmagada pela ressaca, a unica coisa que vem a cabeça é abrir a janela ou a porta de trás do carro. Após isto, volto a cochilar por mais alguns minutos, antes de ser acordada pelos resmungos dos outros por causa da ressaca.

Quando todos nós despertamos dentro do carro, cada um se levantava saindo do carro como um zumbi, atordoado. Gastou-se alguns longos minutos para um de nos notar que todos estavam nús... E mais alguns momentos a mais para que eles notassem que tinha uma mulher nua entre eles. Após conversar um pouco e notar que era quase 9 da manhã, eles decidiram fazer algo.

Um deles veste sua calça e uma camisa amarrotada, indo cambaleando até a padaria mais próxima para comprar algo para comer e cuidar da ressaca. O segundo me empresa sua camisa e em seguida veste sua bermuda, para cambalear depois pelo terreno baldio, recolhendo as garrafas e outras peças de roupas perdidas por ai. O terceiro procurava uma mangueira, com a intenção de lavar o carro e limpar tudo por dentro. Já a mim, só me restava me recuperar da ressaca, tentando não passar mal em um dos cantos do terreno baldio.

Após quase quarenta minutos, o rapaz que foi a padaria voltava, carregando pão, frios, uma garrafa de água de 2 litros e alguns remédios para dor de estômago, ressaca, dor de cabeça e alguns outros para lidar com o que fosse preciso. Após todos tomarem alguns dos remédios e de ter passado algum tempo se recuperando e comendo mal e mal como o estômago permitia naquela hora, todos nós resolvemos tomar um banho de mangueira. O meu amigo da festa conversava um pouco comigo, enquanto os outros dois se preocupavam mais em lavar o carro por dentro e por fora, talvez por terem pego ele emprestado de alguém.

Enquanto os dois lavavam o carro, bastante preocupados e concentrados, eu e o meu amigo da festa nos afastamos um pouco, juntos. Depois de algum tempo conversando, nós dois pensamos em nos divertir mais um pouco. Andamos até um dos muros do terreno e passamos a nos envolver em carícias e abraços, até que ele decidiu levantar a minha camiseta até a barriga, sendo o suficiente para ele se apossar de mim. Logo nós dois soltávamos alguns sons bem prazerosos sob o sol da manhã. Ele me encostava contra a parede, me levantando e me fazendo mover sobre seu corpo. A parede do muro arranhava de leve as minhas costas, mas o prazer que vinha ao sentir aquilo penetrando em mim tornava toda a transa bem mais gostosa.

Quando nós dois terminamos, atingindo o nosso climax, os outros dois já tinham parado de lavar o carro, apenas para nos observar. O meu amigo se afasta de mim, para deixar o outro se aproximar. Ele me vira contra o muro, agarrando o meu bumbum, passando a  brincar usando um dedo. Entendendo o que ele queria, eu me curvo um pouco, deixando ele se ajeitar.

Ele se "encaixa" atrás de mim, passando a mover-se contra mim. Abaixo a cabeça, mordendo os lábios, em silêncio enquanto sinto aquilo me invadir, movendo-se de forma prazerosa, mas ainda bem apertada e com um certo desconforto. Escuto ele falando "relaxa" e agarrando meus seios por trás, brincando com os mamilos. Ele começa a acelerar seu ritmo, dando um tapinha forte em mim, me fazendo gemer de surpresa. Quando ele está prestes a chegar no seu limite, ele para e se afasta rapidamente, para o outro rapaz tomar o seu lugar.

O outro fazia de um modo mais invasivo, muito mais intenso e violento. Mesmo tentando relaxar, ele me invadia forçadamente, me fazendo gemer mais alto, involuntariamente. Foi quando ele atingiu seu limite, que o o "principal" voltou de sua folga breve substituindo o substituo, continuando a me estocar por trás, sentindo seu corpo me tomando. Quando eu chego ao meu climax, ele ainda continua a me invadir e me possuir, até se satisfazer.

Depois de ter me divertido com os três por mais uma hora ou duas, tomamos juntos um rápido banho de mangueira, para secar o corpo em uma toalha velha. Todos nós nos vestimos e nos arrumamos rapidamente. O carro já estava limpo e eles concordaram em me levar de volta para a loja de rpg. No caminho combinamos outra "festa" para sábado a noite, um pouco depois que a loja fechasse.

Eu entro na loja como se nada tivesse acontecido na festa do meu futuro ex-namorado. Subo para a sala de jogos, encontrando o meu grupo conversando sobre a festa. Escuto o meu futuro ex explicando com toda sua riqueza de detalhes como pegou a garota mais desejada da escola enquanto ela estava bêbeda, escondido de mim. Escuto tudo perto da porta, esperando o momento certo. Deixo ele curtir a sua história de pescador, já que logo irá acabar...