Festas e Lives... Parte 01

Após um belo final de semana na práia, o pessoal volta a sua rotina diária com as baterias recarregadas. DaVinci, Mozart e o Mestre já tem suas novas "amigas", que passam a frequentar os jogos do nosso grupo. Algumas coisas se organizam. A campanha de vampiro flui bem, ao ponto do nosso grupo (agora com duas jogadoras novas ) pensar em ir participar de um live de vampiro.

Fuçando na internet, lendo blogs, listas de discussão, fóruns rpgisticos e visitando eventos de animes e rpg regionais, encontramos um possível live de vampiro em algumas semanas. O local era interessante... Um casarão, em uma chacára distante, perto do grande ABC paulista. Dava margem a uma represa, tinha piscina, vários quartos e era distante o suficiente para os jogadores participarem sem se preocupar com a vizinhança.

Após feito as inscrições e as planilhas, corremos atrás das nossas roupas de personagens. Gabi ia interpretar Sophia, se veste como uma Brujah, com roupa de couro batida e puída com o uso, bandanas e uma maquiagem quase gótica... Dando um aspecto de revoltada. Ela gastou dias rodando a 25 de março a procura dos acessórios certos e depois mais trabalho para deixar a roupa com aspecto de gasta.

Tânia se "torna" uma vampiro sem clã, uma caitif, escrava do Mozart, um Ventrue médico. Ela se veste com uma camisa de força e uma saia longa... e Ele com uma roupa social com um jaleco por cima. O detalhe é que Tânia usava uma coleira de cachorro com espinhos, presa por uma correia elástica. Do outro lado Faísca era um outro Ventru, um mega empresário de estirpe, bem rico. DaVinci resolveu atacar de Malkaviano, deixando seu longo cabelo mal penteado e recitando aleatóriamente, em um livro que ele lia escondido partes de peças de Shakespare. O Mestre decidiu jogar de Brujah.

No meu caso, decidi jogar de Caitif, mas tentando ser "adotada" pelo char do Faísca, um Giovanni. Enquanto Faísca caprichava no terno, eu uso um vestido longo, azul modelo tomara-que-caia... Algo clássico e simples, mas bem adequado para qualquer ocasião.

No dia do live, todos chegam a chacará a uma ou duas da tarde, se reunindo com os outros jogadores e mestres. Tem logo em seguida um churrasco de confraternização bem de cara, para os jogadores se conhecerem... Eram mais de 60 pessoas, incluindo narradores. Os meus amigos e eu nos separamos, indo conversar com os jogadores, mas sem revelar o que cada jogador usa de personagem.

Por volta da seis da tarde, rapidamente os narradores do live Action nos mandam nos preparar, indo para quartos separados por gênero, chamando um a um após todos estarem caracterizados... E depois, separados por clãs para que cada grupo, em uma hora, se habituasse com os outros. A história era a clássica votação para o novo principe vampiro da região, onde cada um poderia ser candidato ou angariar favores em trocas de votos.

O jogo tem inicio... Mas não para quem joga de Caitif. Os jogadores de Caitifs, que eram cinco ao todo, tiveram uma surpresa... Um dos narradores decidiu leiloar os caitifs, como abertura da festa. Diante de um grupo de mais de 40 pessoas em uma grande festa onde o sangue era groselha aguada, os "vampiros" checavam mentalmente seus pontos de recursos, decidindo qual o lance dar a cada caitif. Eu e Tânia estávamos de coleira, sendo que ela estava de camisa de força. Os rapazes usavam algemas, enquanto a terceira garota estava amarrada em uma corda, presa a uma cadeira.

Os dois rapazes foram vendidos primeiro... Um rapaz, de cabelos castanhos curtos, boa pinta acabou indo para as asas "protetoras" de DaVinci... Que discutiu em RP com o leiloeiro tentando cobrir a oferta. O outro acabou indo parar nas mãos de uma jogadora com aparência de maluca ou malkaviana.

As garotas tiveram a sua sessão de "ultima bolacha do pacote", ao serem leiloadas. Alguns "vampiros" viam, nos avaliavam e até alguns faziam algumas perguntas. Mozart e Mestre vieram nos avaliar, um examinando os nossos dentes e o outro verificando os cabelos de cada uma. Faísca sorria e conversava com o leiloeiro, vendo o que poderia ser fechado por fora dos panos.

Quando as garotas começam a serem leiloadas, a maior parte dos homens torram de forma despreocupada seus pontos de recursos. Tânia é vendida rapidamente, por um Grangel. A outra garota dança e é vendida para um malkaviano com jeito de elvis. Eu acabo sendo a ultima a ser leiloada.

O leilão da minha personagem rola com mais intensidade por ser o ultimo. Dois Ventrus decidem juntar recursos e dar uma boa oferta, enquanto outro Giovani tenta comprar, cobrindo. Faísca nada faz, deixando os outros torrarem largamente seus recursos em "brindes" da festa, sabendo que seu dinheiro de rp será muito melhor empregado em algo ingame do que uma caitif. Por fim, acabo sendo vendida para um Ventrue.

A festa tem inicio... Mas descobrimos porque os live actions tem cada vez menos adeptos... Inicialmente parecia promissor, mas lentamente se virou uma desculpa para encher a cara, enquanto uns poucos que realmente tentava interpretar guiava todo o jogo, deixando a geral brincar de vampirinho e beber groselha a vontade.

Vi, Vim e Venci - Parte 04

Acordo após algum tempo nua, descansando no sofá com um lençol me cobrindo o meu corpo. Olhando para o lado vejo Faísca jogando videogame com DaVinci sentados no chão, na frente da  televisão. Já estava no meio da tarde e aquele jogo de Genius rendeu bastante. Discretamente, vou para o corredor... E no caminho vejo Mozart e Gabi em um quarto com a porta entreaberta, dormindo abraçados... E passando pelo outro, vejo o Mestre roncando sonoramente no quarto, com uma Gabi deitada ao lado, ouvindo musica com seu mp4.

Tomo o meu banho e recupero o meu bikini em algum canto da casa, indo fazer o meu lanche em seguida. Volto para a sala e vejo Faísca e DaVinci jogando ainda aquele jogo de luta... Parece que homens de kimono lutando contra garotas chinesinhas fazem sucesso entre eles. Ouvindo os personagens gritando "hai hai hai" ou "Hadukeeen" parece divertir eles, mas não a mim. Sento no chão, entre os dois, assistindo em silêncio o jogo deles. Uma luta... duas lutas... cinco lutas... doze lutas... Mudam apenas os personagens e os cenários, mas os dois não param de jogar aquele videogame.


Penso em fechar a cara por ficar a parte entre os dois, mas seguro a onda. DaVinci foi "legal" comigo... e o Faísca estava se divertindo com ele. Continuo a assistir aquele jogo de luta sem entender a graça... Um espancando o outro, sem parar... Dando gritos em japonês ou movimentos que desafiam a lei da gravidade. Ou rindo um do erro do outro. Quinze lutas... vinte lutas... vinte e cinco lutas... Estava a fim de fazer algo, de sair ou me divertir. Conhecendo os dois, se eu fizesse um barraco, arranjando briga viraria a vilã da história. Decido tomar um outro caminho.

Desço a mão até a cintura deles e passo a massageando o corpo deles, devagar... Sinto Faísca "subindo" rapidamente, enquanto DaVinci não tem a mesma reação rápida, mas ainda assim, tem. Os dois continuam jogando, tentando um não perder com o outro enquanto continuo massageando. Sem convite ou aviso, coloco a mão no short de cada um e passo a brincar com eles lentamente... notando que toda a atenção do jogo termina ali imediatamente. Beijo Faísca e DaVinci no rosto, e volto para o sofá me deitando nele, interrompendo a brincadeira, deixando os dois acessos.

Faísca entendeu o recado e logo veio namorar comigo no sofá, enquanto DaVinci voltava ao seu jogo, com um ar de quem ficou a ver navios.

Mais tarde, Gabi e Tânia voltam com Mozart e o Mestre, quando todos passaram a explicar o que era rpg para as duas. Decidimos  então começar com um jogo de fácil compreensão e rápido aprendizado... vampiro, a máscara. O antigo porém sempre bem vindo rpg que serviu de porta de entrada para muitos.

Para serem justos, todos fazem suas fichas novas, incluindo eu, mozart, faísca e o Mestre. Para vampiro, era DaVinci que seria o narrador. Para ser mais interessante, decidimos fazer todos humanos e em sua mudança para o mundo da camarilha. Indo pelo meio mais fácil, as 3 garotas se conheciam ingame, bem antes de virarem vampiras, trabalhando em um escritório local...

* * *

Eliana, Mary e Sophia caminham pela rua no começo da noite, conversando distraidamente em uma noite de quinta feira. As 3 conversavam sobre tudo inocentemente, como moda, filmes, rapazes, trabalho... A conversa ia na paz. As garotas entraram em um restaurante novo da cidade para jantar. A conversa entre as 3 continua, quando junto do pedido chega uma garrafa de vinho endereçada a Mary.

A garota pergunta ao garçom de onde veio aquele presente, e silenciosamente o empregado olha discretamente para uma das mesas do fundo, onde um belo rapaz loiro de olhos verdes sorri para Mary, com um gentil e convidativo aceno. As duas, animadas incentivam a garota a ir conversar com o rapaz. Levantando, Mary caminha cuidadosamente em direção do rapaz, avaliando toda a cena, o cabelo dele, seu olhar, suas roupas, seu jeito de sentar, respirar e sorrir para ela, aguardando. Por aqueles momentos que Mary gastou caminhando até ele, a garota já previu e sonhou, ponderou e equalizou  todo tipo de vidas possíveis a ter com ele.

Sentando a frente dele, a garota ouve uma suave e persuasiva voz  elogiando a sua beleza, descrevendo como sua pele é clara e fascinante, como seu sorriso era motivador e seu olhar, apaixonante a qualquer homem. A conversa fora condizida de forma sutil e sedutora por aquele homem, chamado Joseph... Que terminou os dois saindo do restaurante de mãos dadas, um falado ao ouvido do outro, conspiradoramente como só dois apaixonados sabem fazer. Eliana e Sophia decidem terminar a refeição e irem aguardar noticias, voltando para cada. Eliana pega um taxi, enquanto Sophia segue pelo metrô, achando-se segura pela grande iluminação nas ruas e na estação.

Mary entra no carro de seu fascinante recém-"amigo", seguindo em direção a suite do hotel onde ele está se hospedando. Eliana segue para o suburbio, aproveitando o dinheiro extra que Mary deixou para ela pagar a conta para ir de taxi, no conforto. Sophia finalmente entra na estação, vendo que tem pouco movimento, normal quando é fora do horário de pico...

* * *

DaVinci sabia como narrar storyteller. Ele já combinara alguma coisa com os outros jogadores, mas nada disse a nós, garotas. Estava imaginando o que aconteceria, enquanto via Gabi trazendo cerveja, vinho e quitutes. Tânia estava tentando imaginar como seria uma aventura de Vampiro, já que nunca jogara RPG antes. Gabi já tinha visto na TV e em algumas revistas, mas nunca jogou de fato... No máximo, conhecia um primo adolescente que pegou gosto pela coisa.

Mozart botava um CD de musica, para criar um ambiente sutilmente sombrio, enquanto o mestre de forma quase telepática, escurecia a sala, deixando todos mais no clima do jogo. DaVinci continuava sua narração de nosso retorno a cada uma de nós, de forma paralela, sem nos dar pistas do que ocorria...

* * *

Sophia pegava o metrô para a estação... E o vagão cheio que ela pegara ia, pouco a pouco, esvaziando-se por completo, ficando apenas um grupo de rapazes mal encarados em seu canto, com piercings, moicanos e roupas em farrapos, parecendo que não tomavam banho a dias. Querendo não chamar a atenção, ela ficara quieta em seu canto, pensando em sair do vagão na próxima estação. O vagão nunca para, parecendo seguir sua viagem em um trilho sem fim, fazendo ela ficar inquieta e assustada. O relógio parecia não correr, apesar do constante movimento do metrô. Os arruaceiros que estavam sentados em silêncio, olhando para o chão subitamente olham, todos ao mesmo tempo, diretamente para ela.

O vagão tem uma falha rápida de força... E inexplicavelmente, os rapazes parecem estar sentados em alguns bancos mais próximos a ela, continuando a encara-la. Ela respira com dificuldade, quando novamente a iluminação do vagão falha... e ao voltar eles parecem estarem sentados a alguns metros dela, como se sempre estivessem ali... Sempre a encara-la, em silêncio.

A iluminação falha novamente... Mas ao voltar nenhum dos arruaceiros estavam mais lá... Trazendo um misto de confusão e alivio para a garota... Mas falhar novamente, ela ouve um som de um "click" atrás dela. Virando-se assustada, ela nota todo os 5 arruaceiros, sentados na mesma posição e ordem que estavam em cada um daqueles bancos diferentes, entre cada falha de luz do vagão. Mas agora o rapaz do meio estava com a mão erguida para o alto, segurando algo escuro, com um pequeno visor eletrônico em tom azul neon, visivel a cada queda de iluminação do vagão.

Ele mostra em silêncio o que segura... Um daqueles aparelhos tocadores de musica, um mp4... E com o polegar aperta em silêncio o botão, tocando uma musica. Gradualmente o volume daquele aparelho sobe enquanto a iluminação do vagão enfraquece e se perde... E o som da musica "Singin' in the Rain" e ouvida por todo o vagão, deixando Sophia mais confusa ainda.

Sem nenhum aviso ou sinal, ela não vê mais nada no meio daquela escuridão... E sente no meio daquele breu total várias mãos tocando-a, rasgando suas roupas de forma agressiva e selvagem, enquanto ela tenta inutilmente se proteger, levantando sua bolsa, que é rasgada rapidamente. Ela escuta quatro vozes perturbadoras, cheia de malicia e maldade cantando junto com o mp4... E de forma agressiva, ela tem suas pernas separadas, com pares de mãos diferentes segurando-a nos braços e pernas... E de uma forma violentamente rápida como um raio, ela sente o membro de um dos arruaceiros penetrando em seu corpo enquanto ele fala "É como o velho vai e vem" sendo seguido por risadas e gargalhadas dos outros.

Ela é possuída e violada, um após o outro. Sente mãos com unhas afiadas percorrendo seus seios, machucando-a enquanto brinca com os mamilos. Nota os dedos invasivos de um a explorando por trás, enquanto a masculinidade de outro a estocava na sua virilha de forma dolorosa e forçada. Ela tem seus cabelos puxados e seu rosto virado... E em seguida é obrigada, contra sua vontade a colocar algo em sua boca... E começar a sugar e mover-se com ritmo. Por uma eterniadade sem fim ela é abusada, usada e maltratada pelos cinco, que a tomam de todas as formas e maneiras possiveis e imagináveis. Sophia sente seu corpo parar de sentir dor e lentamente a se entregar, enquanto sente algo picando ela no pescoço, no ombro e no seio esquerdo. Algo a morde na coxa direita... E finalmente tudo fica escuro, perdendo a consciência...

* * *

Observo Gabi sentada na mesinha da sala, recebendo Mozart e o Mestre dentro dela, tomando-a por trás e pela frente, fazendo ela gemer gostoso, enquanto eu filmava tudo discretamente com o laptop do DaVinci. Gabi tinha algumas marcas de mordida leve na coxa, seio e no pescoço. Quando ela finalmente fica exausta e deita no sofá, suspirando cansada passamos para a próxima jogadora...

* * *

Eliana seguia em segurança em seu taxi, quando de forma inesperada ela nota o motorista de seu taxi perdendo o controle, fazendo o carro sair da estrada, capotando. Antes dela perder a consciência, ela vê alguns pares de pés com botas brancas e calças da mesma cor caminhando em direção a ela, presa de ponta-cabeça em um carro virado.

Ao despertar, ela se encontra nua e amordaçada, amarrada em uma maca de hospital em um quarto sem janelas. O ar ao seu redor é umido e pesado... E é possível notar o bolor nas paredes. Um homem, vestido de jaleco branco entra no quarto, olhando-a de modo frio, com um homem usando uma roupa de grife cara a alguns passos atrás dele. De forma direta e seca, ele fala o nome, idade, local de nascimento, emprego atual, seu estado civil conhecido e outros detalhes menores... Enquanto o homem a examina, passando a mão em sua pele.

Eliana deseja se rebelar, gritar e pedir ajuda... Mas sua vontade e sua força parecem entorpecidas, incapazes de fazer frente a aquele toque acompanhado por um olhar doentio...

* * *
Tânia estava amarrada na mesinha da sala, com as mãos e pernas amarradas para deixar afastadas. Faísca passava a mão em sua pele de forma provocadora, causando arrepios nela e frio na espinha em mim. De forma discreta, ele começa a acariciar o corpo dela, provocando gemidos de prazer, bem amordaçado. Mozart fazia o médico, que lia em uma revista o histórico dela, interpretando o médico...

- Ela tem bons dentes? - Pergunta Faísca, interpretando o seu personagem.

- Claro... veja... - Responde Mozart, tirando a mordaça e mostrando os dentes dela, como se fosse um cavalo a venda. - Veja... bons dentes, será bem util a ti.

- Mostre-me como...

- Claro... - Mozart abaixa o Shorts e lentamente coloca "algo" nos lábios de Tânia. Ele gentilmente move a cabeça dela enquanto a garota se ajeita e começa a mostrar como ela poderia ser util ao personagem de Faísca...

* * *

O médico continuava a falar friamente sobre os usos da garota, enquanto demostrava como ela era submissa pelas drogas, aceitando fazer qualquer coisa desde que devidamente guiada. O comprador sorri, decidindo testar, desamarrando-a e virando-a de bruços. Com a calma de quem avalia um cavalo, ele a toca e a experimenta, cavalgando-a gentilmente... Para depois passar para um "trote" mais acelerado e rustico... Quando finalmente ele decide mover-se a toda velocidade, segurando o animal pela crina, obrngando-o a relinchar e seguir suas ordens. Só quando ele finalmente fica satisfeito com o produto ele  a morde no pescoço, sugando seu sangue...

* * *

Tânia deita de bruços no outro sofá, um pouco cansada. Faísca foi um pouco forte demais desta vez, a fazendo sentir toda a força invadindo-a por trás, deixando-a dolorida. DaVinci olha em seguida para mim, pensando como lidar com a minha cena... E com uma rápida explicação, ele fala para Faísca cuidar de Tânia e o Mestre da Gabi, com Mozart alternando o papel de arruaceiro e médico durante a parte de cada uma.

DaVinci me chama para uma cena "particular" no quarto de casal. Interpretamos a subida do elevador, as conversas sutis e gentis no corredor e até o momento que ele me carrega em seus braços para dentro do quarto...

* * *

Mary é carregada para dentro do quarto, sendo colocada gentilmente na cama... Quando o galante rapaz sorri para ela, quase gargalhando como se tivesse ouvido a maior piada de todos os  tempos. Mary o olha, sem entender direito... E o rapaz olha diretamente para ela, com os olhos vermelhos e injetados de sangue, com um par de caninos a mostra em seus lábios. Mary tenta fugir, correndo pelo quarto... Mas o vampiro é mais rápido e forte... segurando em seu braço com tanta força que quase quebra seu braço. Com a outra mão livre ele faz sua mão se transformar em garras, rasgando as roupas de Mary como se fossem de papel.

Ele a joga na cama com um tapa forte no rosto... E com toda força e violência imagináveis, ele a possui, tirando-a sua pureza e ingenuidade sexual, fazendo-a sangrar. Com seus movimentos rudes e agressivos, ele a faz perder gradualmente a vontade, sendo tomada várias vezes ao pondo de perder toda força de vontade sob aquele olhar duro e mistico. Após se saciar carnalmente e morde-la, o vampiro abre a porta do quarto e grita, chamando alguém... E em seguida vem vários de seus lacaios... que entram e aguardam as ordens de seu senhor e amo. Com um gesto de desdém com a mão, como se jogasse sobras de comida para os cães, ele ordena aos seus lacaios que façam o que quiser com ela, desde que não a matem.

Mary sofre uma série de violações, sendo tomada, possuída e espancada enquanto os lacaios se divertiam vendo ela sofrer e gemer em um misto de prazer e dor confuso e sem vontade, graças aos efeitos do olhar de seu mestre..

* * *

Sinto DaVinci me tomando com cuidado e carinho, mas desta vez sem tanta vontade... Ele ainda não "curte" garotas, mas se esforçava em fazer valer aquela cena... Ele sabia do que eu sentia por ele, e por isto se esforçava. Só quando eu consegui me satisfazer que ele se levantou e foi chamar os outros, se vestindo rapidamente. Interpretando o vampiro ele ordena que eles, seus lacaios a ataquem... E vendo Faísca, Mozart e o Mestre me entretendo entre gemidos, toques, caricias e beijos ele em silêncio começa a se satisfazer sem que ninguém perceba, movendo sua mão em seu próprio corpo... Mas não olhando para mim, infelizmente...

Histórias de uma jogadora de MMO...

As vezes, jogar videogames e jogos de computadores te tornam algo absurdamente anormal e sem nexo na concepção que os rapazes tem das garotas. Foi-se o tempo em que se acessava a internet em lan house, apenas para ver orkut da prima, sorrir feito papagaio de pirata na webcan e pedindo ajuda para o adolescente espinhudo que atende na loja, que se não fosse por sua presença, estaria jogando counter strike, apanhando dos gringos em algum servidor por ai.

De tempos em tempos, jogando outros jogos com amigos e vendo os MMOS que são lançados, percebo que são a maioria dos rapazes brasileiros que são idiotas e mal acostumados com a presença feminina. Vou pedir um breve momento para reflexão...

Pensem em ultima online. A pedra inicial que fundou todos os mmo's de hoje em dia. Por ai, nos servidores internacionais existiam dezenas a centenas de mundos, ambientações e tipos de jogos de roleplay... Que ia em um ambiente pra lá de família, com pais, filhos, tios e avós jogando juntos... Talvez o povo do bairro ou os amigos de escola... Ou gente que montava um servidorzinho e mestrava encima de livros como senhor dos anéis, gurps, D&D ou algum cenário próprio... Ou roubado de algum livro de vampiros.

A ambientação era separada por família (como já disse), adolescente, madura e adulta. No Família era apenas player vs monstro... Então os jogadores não faziam seus personagens roubarem itens ou materem outros personagens assim que saiam da cidade de britânia, atravessando a ponte.

A Adolescente era mais puxada. Tinha elementos de player vs player, mas tinha um controle, uma organização. Na madura, os elementos iam para mais violência, histórias de ambientação mais densas e um teor mais sóbrio. Nas adultas, de  tudo rolava. Agora encaixe isto num rpg. Para familia seria Defensores de tókio. Adolescente? Tormenta... Maduro? Talvez Lobisomem ou vampiro. Adulto, com certeza Inomine, Call of Chutulo ou Wraith.

Pensem agora os servidores de RPG baseados em mmo's rpgs na descrição acima. Pensaram? Agora imagine que lá fora, existe uma coisa chamada netiqueta... Que resume-se em "respeite o outro e será respeitado. Jogue de forma correta, e todos jogarão da mesma forma. Quebre as regras, e será chutado para fora, jogar é um privilégio, não um direito."

No EUA, a maior parte dos jogadores de MMO são mulheres em muito games. São donas de casa, estudantes, gente que volta do trabalho e relaxa fazendo algo entre os outros. Sensação de comunidade, sensação de envolvimento com projetos, sensação de algo sendo realizado com sua contribuição.

No Brasil, os servidores tocados por pessoas de boa vontade com um staff de boa vontade (na maioria dos casos) tem que lidar com problemas espinhudos. Mulher ali, é uma raridade, ou muito, irmã ou namorada que tá jogando ali a contra-gosto. Por causa disto, a ploriferação de She-males pipocavam automaticamente nos servidores. Era gente sorrindo e piscando para ganhar um item +50 ou um xpezinho esperto na mão de um player afobado que não tinha namorada. Quando se descobria que era homem, ele se sente humilhado, chuta o pau da barraca e expulsam o falsário do servidor.

As mulheres que jogam mmo em vários servidores privados de RPG, seja em ultima online, neverwinter nights, everquest, Lineage II ou outros sofrem um problema dos mais chatos... Entram no servidor jogando de personagem feminino (já que são garotas)... E começam a perguntar "você é h ou m?" ou pedem teu msn, orkut, facebook, skype e outras coisas te fazendo pressão para fazer um stripper na webcan, provando que é mulher, tem corpo de mulher e pensa como mulher... E ai de ti se não faz isto.

Já passei por vários servidores brasileiros. Em todos eles, tentava ser o mais independente possível, sem pedir ajuda aos rapazes alem do essencial para aprender o básico... Lia fóruns e depois de um certo momento, passava a contribuir com o servidor de alguma forma, talvez com textos, debates ou duvidas bem colocadas, fazendo o staff e os veteranos se moverem.

Dai, a velha coisa de "vc é h ou m?" ou "vai, liga a webcan!!!" sempre incomodava. Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu constrangida ao pensar na possibilidade de ter uma imagem sua passada em alguma montagem no photoshop... Ou de ter gente que, infelizmente, pensa que porque é mulher e joga rpg é uma baranga... Ou pior, é uma prostituta e tem que fazer virtual sex quando eles querem...

Por causa de gente imatura, defini uma linha clara... Bem forte... O virtual é virtual, o real é real. Minha familia, amigos, marido biônico, colegas de trabalho tem o meu msn real, com minha foto e meu nome. Os amigos de jogo, do mundo virtual, outro. Isto separa o joio do trigo. Com uma linha clara definindo quem você é para si mesma, você barra os outros da tua vida que, por melhores que sejam virtualmente, depois que conhecem você pessoalmente ou te idolatram ou te maltratam... Já que é raro pensar que no universo masculino possa existir mulheres que usem computadores, joguem rpg de mesa, falem palavrões, escrevam contos ou criam coisa fantásticas, como uma vez vi um mundo de Ultima online baseado em willow, feito por uma mulher, desde as bases até as fases.

Lá fora as coisas mudam. Em Dragon Age, as garotas tem (poucas) opções de encontros e envolvimentos românticos, mas já tem. Em breve, teremos mais... E mais... E no Brasil, os jogadores ainda pensarão que para limpar a tela, a loira passaria branquinho (aquele liquido corretor) na tela.

Em jogos oficiais mantidos por servidores brasileiros, isto é melhor controlado. Mas nos privados, mantidos por fãs ou rpgistas, a coisa é delicada. MUITO delicada. Coloquem uma linha em suas vidas... E façam por merecer a atenção e o respeito dos homens neste tipo de comunidade virtual. Se é para se destacar, que venha pela sua habilidade de ler e postar. De interpretar e fazer a diferença ingame. Não por ser mulher, homem ou pedra. E protejam as outras que ali entrarem, já que você é a primeira ou então é a que está sendo alvo das duvidas... Ao vence-los, as próximas que virem terão mais respeito, graças ao seu esforço.

Sonho o dia que surja uma postura na comunidade de rpg virtual online em mmo que seja marcada pelo respeito e inteligência de seus frequentadores, pelo esforço de todos, sejam homens ou mulheres.

Até lá, resta lutar, argumentar e abrir seu espaço a força. Sem falso feminismo ou aproveitando-se por ser mulher. Apenas pegando o que é nosso de direito. Respeito.

Vim, Vi e Venci - Parte 03

Todos foram para seus quartos após um jogo "intenso" de War Império romano, com regras "da casa". Mozart, Tânia, Mestre e Gabi ficam se "divertindo entre eles" no quarto por mais uma hora, uma hora e meia de forma muito intensa.. Tânia parece ter adorado o "jogo", enquanto Gabi era mais "contida"...Tânia parecia querer toda a atenção do Mozart e Mestre, mas Gabi se contentava em ficar com um ou outro para curtir mais calmamente, sem tanta afobação. Depois disto, cada uma ficou dormindo com o seu "ficante" que conheceram na praia, exaustas. Já eu fiquei assistindo televisão com Faísca, mais  relaxada, curtindo um ao outro até o sono chegar.

Toda a casa se levanta cedo... E as garotas passam a limpar a bagunça da festa que tiveram na noite anterior e preparam alguma comida, usando biquinis e camisetas... Os rapazes fazem o churrasco, apenas de sunga ou shorts, já que o calor era infernal. Quando  termino o meu trabalho vou para os fundos da casa de praia tomar banho de sol a vontade. Momentos depois as duas vem atrás de mim, gostando da idéia. Ficamos em silêncio por algum tempo, curtindo o sol até que Tânia abre a boca, perguntando algo...

- É assim sempre?

- Depende... Do que fala?

- De rolar tudo isto nas festas do seus amigos.

- Quase sempre. Fico a maior parte do tempo com o meu namorado, mas as vezes rola algo com um ou outro. Depende muito do tipo do jogo... Mas tudo no respeito, pois quando eu digo "não" é "não" mesmo.

- Seu namorado não se importa? - Dispara Gabi, receosa...

- Eu já namorei o Mozart... E conheço o Mestre a muito anos. Todos se conhecem no grupo, então temos uma boa intimidade com cada um.

As 3 passam a falar sobre cada um dos rapazes e sobre nós mesmas. Por um bom tempo, ficávamos mais próximas discutindo e falando (bem ou mal) dos garotos. Falamos dos jogos que o grupo joga, dos eventos que vamos, dos shows e outras coisas que fazemos juntos. As duas ficam mais interessadas sobre tudo, até que somos chamadas para voltar para a casa, ir curtir o churrasco, onde elas conhecem o DaVinci.

Após o churrasco decidimos jogar outra coisa... Mas o grupo não queria assustar as meninas jogando rpg logo de cara. Preferiram repetir a dose, com outro jogo que estava no meio da coisas que trouxeram de casa. O jogo da vez seria o bom e velho gênius, um disco eletrônico com 4 cores, que tocava sons e luzes em seus botões, fazendo sequências que aumentavam de velocidade e dificuldade uma atrás da outra. A idéia é que, se alguém perdesse errando a sequência bebia um copo de bebida ou se errasse 3 vezes pagava com uma peça de roupa ou fazendo algo a mando de quem não cometesse erro em seguida.




O jogo começou... A primeira rodada começava com 8 sequências, deixando as mais dificeis para depois. O jogo rolavam facilmente, mas Gabi e Tânia se rivalizavam entre si, conseguindo arrastar o Mestre e Mozart nesta disputa entre elas, fazendo quase dois times. Eu e Faísca ficamos jogando neste esquema de time também, pela ideia de disputa de casais. DaVinci assistia a jogatina, rindo e cuidando da churrasqueira, já que sua própria experiência já dizia onde isto ia acabar.

Mozart e Gabi perdiam algumas sequências do jogo de sons e cores do gênius, engolindo alguns copos de bebida. Tânia continua provocando o Mestre e Faísca, enquanto eu jogava tentando vencer as repetições daquele joguinho infernal. Quando passaram para a sequência de 14 repetições no jogo, a situação começava a se complicar. Alguns dos rapazes não se importavam em perder peças de roupa, mas as garotas estavam passando a disputar o jogo entre si, tornando tudo mais puxado e tenso. Em um determinado ponto já estávamos jogando na sala sem mais nenhuma peças de roupa, com 3 a 7 copos de bebida na cabeça e ouvindo nirvana ou ramones.

Todo mundo estava tentando não errar, mas após o quinto copo e o inicio da sequência de 20 repetições, jogar estava se tornando muito difícil e terrivelmente puxado. Dai o mestre, que tinha errado menos sequências de repetições decidiu alterar as regras do jogo, colocando ele em um novo nível... Ele mandou Tânia tentar vencer a sequência de 8 repetições enquanto Mozart a "distraia".

Mozart topou na hora, enquanto Tânia olhava para Gabi, imaginando que se vencer ela nisto, teria algo para rir dela depois. O Gênius é colocado na mesinha ao lado, enquanto Mozart se posicionava ajoelhado a frente de sua Tânia, que sentava a vontade na poltrona da sala. A sequência se iniciou, com a garota começando a apertar a sequência de cores e sons enquanto Mozart a tocava com os dedos, devagar. Ela não sabia se olhava para o rapaz ou qual sequência de botões apertar. Com uma certa dificuldade, ela consegue passar pela primeira sequência de 8 sons e luzes.

O Mestre passa o jogo para a sequência de 14 sons e luzes, deixando a garota continuar o jogo enquanto Mozart continuava a acaricia-la com os dedos. Tânia mordia o lábio inferior, tentando se concentrar... ela continua a fazer a sequência uma a uma, mas erra ao sentir a lingua de seu namorado toca-la, causando uma sensação prazerosa e inesperada naquele momento. Tânia para de jogar e coloca as suas mãos sobre a cabeça de Mozart, aproveitando seu "premio de consolação" dado por ele por alguns longos minutos, até que se sente satisfeita e passa o jogo e a poltrona para Gabi.

Gabi começa o jogo da mesma forma que Tânia... com o jogo a sua direita e o Mestre ajoelhado em frente dela, acariciando-a gentilmente e devagar. Mozart inicia o jogo e ela conclui a primeira sequência sem parecer ter muitas dificuldades, apesar de todos notarem a respiração mais acelerada dela. A sequencia de 14 sons e luzes se inicia... Gabi começa a sentir o Mestre movendo seus dedos com mais velocidade, fazendo ela soltar alguns gemidos baixos, mas sem tirar os olhos do jogo. A garota vence a sequência, arfando forte e sentindo a intensidade dos movimentos dele em seu corpo. Mozart mal inicia a sequencia de 20 repetições quando Gabi atinge o seu limite, chegando no seu climax ali.

Era a minha vez... Após sentar na poltrona e sorrir para Faísca, o Mestre inicia o jogo. Faísca me provoca com suas caricias manuais, me fazendo errar logo depois de 4 sequências. Deixo ele continuar, aproveitando por longos minutos as caricias dele.

Na vez do Mestre, Gabi e Tânia discutiram rapidamente se é justo uma "atrapalhar" o parceiro da outra, então quem errou mais rápido irá lidar com o outro jogador de um time rival. O mestre sorri, deixando que a rivalidade de Gabi e Tânia torne as coisas melhores para ele e para os outros homens do jogo.

Ele senta na poltrona e deixa o Faísca preparar o jogo para ele. Em silêncio me ajoelho diante do Mestre e passo a mover a minha mão devagar, manipulando, beijando e lambendo a sua "concentração" de forma bem provocadora. A sequência tem inicio e enquanto joga com uma das mãos, o Mestre acaricia os meus cabelos com a outra mão livre, sorrindo e aproveitando aquele jogo. Faço devagar, querendo ver o quanto ele aguenta. Mestre passa para a segunda sequência, aumentando a dificuldade dele e eu os meus movimentos... Ele começa a brochar, mas continuo fingindo e escondendo a "concentração" dele até que termina a segunda sequencia. Ele finge gozar e eu continuo a cena por alguns momentos, até que inesperadamente, me levanto rapidamente e me sento no colo dele, frente a frente com ele. Deixo ele brincar com o meu corpo, beijando os meus seios e deslizando suas mãos pelo meu corpo até que sinto ele "voltar a ativa" de novo. Sem nenhuma cerimônia, eu me levanto e volto para o meu namorado, enquanto ele se levanta e diz que precisa ir ao banheiro.

Era a vez do Mozart... E quem irá "cuidar" dele era a Gabi. Faísca prepara o jogo para ele... E Mozart inicia a sequência, sendo atrapalhado por uma sessão rápida e selvagem de beijos e movimentos em sua "concentração", fazendo ele terminar errando a sequência inicial logo de cara e obrigando-o a relaxar na poltrona, deixando Gabi terminar seu "trabalho", satisfazendo a ambos.

O Mestre volta do banheiro, vendo Mozart preparando o jogo para Faísca... Enquanto Tânia se ajoelha diante dele, começando a provoca-lo e mover seus lábios contra a "concentração" dele. Diferente de Gabi que tentou tudo rápido demais ou de mim, que tentou esconder o Mestre brochando apimentando tudo a mais, ela se posiciona melhor ficando de quatro, com as mãos apoiando na cintura de Faísca, chamando algum dos outros rapazes com a mão rapidamente. O Mestre, tentando se sentir melhor da vergonha que eu escondi a tempo imediatamente vai a frente, ajeitando-se e iniciando seu "ataque" contra Tânia. A garota sentia seu corpo sendo tomado por trás em um vai e vem bem gostoso enquanto na frente ela procurava fazer Faísca perder a concentração e chegar em seu limite, ficando a mercê de seu namorado e dele. Faísca não demora muito e acaba deixando levar, perdendo a sequência, passando a ver Tânia lhe lambendo e beijando bem submissa, enquanto o Mestre a tomava por trás. No ponto de vista do Faísca, ouvir os gemidos da Tânia enquanto ela cuidava dele sob o meu olhar o deixava muito excitado.

Agora era a nova rodada. Por ter perdido na primeira vez e não ter conseguido derrotar o Mestre na segunda, eu iniciava agora. Vou para a cozinha com o grupo e deixo o jogo encima da mesa, me debruçando diante dela. O Mestre prepara o jogo, enquanto Mozart se ajeita atrás de mim, brincando com os meus cabelos com a mão e me "encoxando" devagar... Até que ele segura a minha cintura firmemente. Erro toda a sequência, sentindo Mozart me dominar por trás, movendo seu corpo contra o meu com força e intensidade, estocando e possuindo com vontade. Sem muita resistência, eu debruço completamente na mesa, deitando e permitindo que ele continue, gemendo prazerosamente até ele se satisfazer. Sinto querer mais, indo para a sala, onde DaVinci observava todo o jogo deste o começo, com um corpo de cerveja na mão e rindo, achando engraçado eu ter perdido o jogo.

Na cozinha era a vez da Gabi, onde Faísca fazia o mesmo com ela. Eu escutava o gemido dela ecoar pela casa, com grito de incentivo dos rapazes vindo de lá. No mais completo silêncio me ajoelho diante de DaVinci e abaixo o shorts dele, brincando com ele um pouco. Sem muita cerimônia e um tanto sem jeito ele me deita no sofá sem dizer nada e começa a me possuir. Ele estava alto pela bebida assim como eu, então os dois se entregam de forma silenciosa e rápida. Eu sorrio para ele, sentindo um sonho ser realizado enquanto sou tomada por ele... Sinto ele derramar por dentro de mim sua força, me fazendo amar aquele momento. Ele me dá um beijo suave nos lábios e me deixa deitada no sofá, deixando que o meu olhar de surpresa e carinho falasse tudo que sentia naquele momento.

E eu adormeço no sofá, vendo ele voltar a se vestir e agir como se nada tivesse acontecido, disfarçando. ele vai para a cozinha, ver o que acontecia no jogo...




Simon made by Neave Games

Vim, Vi e Venci - Parte 02

A piscada de Mozart para Faísca indicava que algo iria acontecer. Notei que Faísca sorriu, notando algo que eu perdi naquele momento. O Mestre, Gabi e Tânia nada perceberam. Era o turno do Mestre e da Gabi agir, sendo que ela decidiria o movimento das tropas desta vez.

Antes dela agir, indo reforçar um de seus territórios, Faísca provoca ela, dizendo que nem todo o exército dela era capaz de vencer um só território dele. Gabi e Faísca riem e trocam provocações "diplomáticas" um com o outro, enquanto o Mestre observa a cena, sem poder fazer nada, porque não podia jogar naquela rodada.

Gabi decide pagar para ver, literalmente. Ela move metade das tropas do reino dela com Mestre contra um dos nossos territórios. As tropas dela começam a nos atacar, tendo uma luta equilibrada naquele turno. A gente perde parte das nossas tropas de defesa, talvez sacrificando no máximo um ou dois territórios, mas no geral, ela "queimou" metade das forças de combate dela, naquele game de War Império Romando com regras da casa. A mesa considerou que Gabi ganhou a batalha, apesar de ameaçar a vitória do time dela... E eu e Faísca bebemos uma boa dose de conhaque, como parte da punição.

Em seguida era o turno da Tânia. Diferente da Gabi, ela pensava mesmo enquanto bebia muito. Ela decide usar parte das tropas dela para formar um cerco ao redor do principal território do Mestre e da Gabi, deixando para o Mestre a ardua decisão de quem atacar... eu e Faísca ou Tânia e Mozart.

Era o meu turno, o ultimo das Mulheres. Noto a mão discreta de Mozart com o dedão levantado para baixo, discretamente enquanto estava com Tânia abraçada, sentada em seu colo. Saquei que era hora de deixar o jogo em um outro nível. Peço para Mozart permissão para atravessar os territórios dele naquele turno, retirando a parte superior do meu bikini, passando para Tânia. A namoradinha do Mozart fica girando aquilo nas mãos, rindo e olhando para Gabi, falando "o próximo é o seu". Tânia sorri e brinca comigo, dizendo que está virando a cleópata ali. Mozart apenas Sorri, aproveitando o visual da mesa e beijando o ombro da Tânia, incentivando-a mais ainda.

Ao atravessar os territórios, faço um ataque rápido contra os territórios da Gabi e do Mestre, pegando 3 de uma vez só. Ela deixou várias partes sem proteção ou com apenas um ou dois soldados. O mestre já pega a garrafa de conhaque e prepara dois copos, entendendo que aquilo tava indo de mal a pior, no seu melhor bom-humor de lider quase-deposto. Gabi vira o copo com a dose de conhaque de uma vez, não gostando de ter sido atacada e provocada. Agora era o turno do Mestre.

O Mestre decide trazer de volta suas tropas, mas decide que terá que pagar uma prenda, para passar com elas pelos territórios de todos.  Eram 2 territórios, então eram 2 prendas, sem escolha. O mestre e Gabi se entreolham e decidem nos pagar o pedágio no jogo, não dando a Tânia o gostinho de ter tudo de todos. Ele se levanta e tira sua sunga, jogando ao pés do Faísca, que faz uma cara de nojo... Enquanto Gabi passa a parte de cima do bikini para mim, ficando as duas sem nada na cintura para cima. Ela nota o Mestre ficar "em prontidão" antes de sentar encima de seu colo, permitindo que ele fique com o braço em volta de sua cintura.

Era o turno do Mozart... Ele decide sitiar as terras dos menores, quase forçando a todos a passar por ele ou ficarem desprotegidos, dando carta branca a Tânia para agir no próximo turno dela. Faísca olha a situação do tabuleiro e decide fazer o mesmo em seu turno... Pegar as tropas e retornar para casa, para reforçar a defesa. Alguém iria atacar em breve. Eram 4 territórios e só eu e ele tínhamos duas prendas. Pagamos o que podiamos, mas ficamos devendo duas para Mozart, que falou "depois a gente cobra". Após Faísca se sentar, eu fico a vontade, sentada no colo dele, como Gabi fazia, mas diferente dela, eu brincava com o membro do meu namorado, apenas para ver a reação delas. Tânia parece não se importar, enquanto Gabi, se sentindo provocada, se aninha nos braços do Mestre, deixando que ele "descanse" seu rosto no busto dela.

Novamente o turno das garotas. Gabi  estava olhando para o tabuleiro, tentando decidir o que fazer. Atacar? Defender? passar? Ela passa alguns momentos pensando até que paga para mim a sua ultima peça do bikini, para atravessar suas tropas restantes em direção de seu principal território, desejando se defender ou ganhar a todo custo em breve.

Tânia deseja tomar o território próximo de Gabi, mas não quer perder tempo lutando contra mim, já que a minha força era inferior, mas considerávelmente perigosa para ela, capaz de enfraquece-la. Para passar por 3 terrenos, ela perdoa a divida que Faísca fez, além de devolver a sunga do Faísca. Era melhor que nada.

No meu turno, decido atacar com tudo, mas ao invés da Gabi, avanço contra Tânia. Ela não parece surpresa, mas as tropas dela aguentam o tranco, apesar das baixas. Perco 3/4 de todas as tropas e tomo um bom gole de conhaque, mas naquela altura, não ligava muito para as baixas. Faísca bebe comigo, relaxado e já ficando mais alto.

No turno dos rapazes, o Mestre inicia, indo atacar Mozart que comandava o reino dele e da Tânia. Diferente da Gabi, ele manda  uma quantidade certa, para conter Mozart e sua namorada por algum tempo. Ele faz Mozart perder a batalha e ganhar uma dose de conhaque. Mozart decide dar o troco, mandando outras tropas para atacar o Mestre... Mas para enviar todas, deveria mandar passar por alguns dos nossos territórios.

Tânia e Mozart passam a negociar apressadamente conosco como pagar, quando Faísca define o pagamento com 2 tapinhas na coxa esquerda dele, vaga e aguardando alguém. Tânia  e Mozart se entreolham, decidindo ir após Mozart dizer "Se não, a Gabi te vence."

Pagando com o Maiô, ela se senta um pouco acanhada encima da perna do meu namorado, que sorri se sentindo o rei. Apesar de sentir uma pontada de ciumes, fico acariciando os cabelos do Faísca, deixando ele bem a vontade. Ele fazia o mesmo comigo, então estava apoiando ele agora. Tânia não deixa de notar a minha mão brincando com o membro do Faísca, mas nada fala, apenas olhando de canto de olho, em silêncio.

Mozart e o Mestre mandam as tropas se enfrentarem... E Mozart tem sua maior derrota Suas tropas estavam em um nivel perigosamente baixo e sem muita força. Tanto eu quanto Gabi tinham chances de acabar com a Tânia no turno das mulheres Mozart bebe mais um pouco como punição, deixando a vez para Faísca, que tava ficando mais alto e feliz com todo o jogo.

Faísca olha para Tânia sorrindo e falando "O que me pagaria para não acabar com teus seus reinos agora?", dando a entender tudo que poderia acontecer dentro e fora daquele jogo de tabuleiro.

Tânia olha para Mozart, que encolhe os ombros e deixa para ela a bomba de escolher qual resposta dar. A garota olha depois para mim, que me vê levantando com um sorriso no rosto e dando espaço para ela, dando bandeira branca para ela e para o meu namorado. Sem dizer muito, ela murmura "isto", enquanto deslizava a mão esquerda em seu membro, movendo devagar. Faísca sorri, após olhar para mim e ver que não estava zangada ou incomodada... E responde "não é o suficiente...".

Tânia pega um preservativo que Mozart jogou para ela... E após "vestir" o Faísca, ela passa a sentar com cuidado em seu colo, encaixando devagar tudo em seu lugar. Devagar, ela começa a pagar a "Prenda" do pedágio, enquanto Faísca deslizava suas mãos no corpo dela, apertando a cintura e dando tapinhas de leve em seu traseiro. Os dois passam a mover-se mais intensamente, enquanto Gabi observa a amiga, fazendo de tudo para não perder para ela no jogo. O Mestre apenas sorri, no seu lugar privilegiado. Mozart assiste tudo, sorrindo e de braços cruzados, enquanto eu sorria pacificamente, em um misto de excitação, orgulho e um pouco de ciumes... Mas deixo os dois irem até o final, quando Tânia atinge o seu climax quase junto com Faísca. Os dois se separam e sentam descansados no sofá, após o rápido coito.

Me aproximo do meu namorado, ajudando a limpar ele, enquanto este pensava no que fazer. Jogando um rápido olhar para Gabi, ele faz a mesma pergunta. Gabi respira fundo, pensando no que fazer agora.

Gabi toma por vontade própria uma longa dose de conhaque, tomando coragem... E desta vez, ela se ajeita aos pés do meu namorado, começando a massagear o membro que ainda se recuperava... Passando a lamber em seguida. O Mestre se aproxima de forma sutil e oferece para Tânia um pouco de bebida, que aceita.

Gabi e Faísca passam a se divertir juntos, ela beijando e chupando e ele , enquanto o Mestre e Tânia fazem o mesmo, deixando que Tânia fique em seu colo e faça todo o trabalho difícil. Assisto a tudo, sem interromper ou participar. Noto Mozart se aproximando de mim, me abraçando por trás querendo brincar também, mas só o deixo me beijar no ombro e me abraçar. Estava cuidando do Faísca. Não me importava de dividi-lo, mas não quer dizer que iria me deixar distrair com outra coisa enquanto ele se divertia.

Após algum tempo, Gabi e Tânia ficavam juntas com Mozart e o Mestre, indo os 4 para o quarto, se divertir a sós, ficando apenas eu e Faísca na sala. Nós dois nos abraçamos em silêncio respeitoso, sentando juntos no sofá que a poucos momentos vi Faísca possuir duas garotas diferentes no mesmo dia... Umm suspirava para o outro, em mútuo entendimento sem palavras. Eu e o meu namorado eramos iguais agora, finalmente. E nós dois nos amamos do jeito que somos, sem restrições ou limites. Somos iguais e equivalentes, seja no amor ou no jogo.

Vim, Vi e Venci - parte 01

Sexta feira, outra véspera de feriado prolongando. Não havia desculpas ou rodeios... Conseguimos novamente a casa de praiá de um dos nossos amigos, para passar 3 dias e 4 noites relaxando na práia, curtindo sol, churrasco e musica alta.

Todo o esquema tático estava pronto. Dois levavam os carros, um com mantimentos e outro com mais mantimentos, dividindo o grupo em dois times... Os "casados" (eu e Faísca) e os "encostados" (Mozart e Mestre). DaVinci viajava conosco, dirigindo. Após descer a serra do mar com o habitual cuidado, chegamos no final da tarde na casa de praia.

Ao chegar, um esquema militar foi criado de improviso, para descarregar o carro, preparar a comida, guardar as coisas e é claro, tomar uma ducha para descansar. Só após todos terem relaxado e comido algo, passamos para a sala para assistir o dvd chamado "V de Vingança" e depois jogar um pouco de videogame, com um jogo que simulava uma banda de rock pesado.

Naquela primeira noite não teve game, mas todos comemos churrasco feito as pressas e bebemos o suficiente para encher o tanque de um carro a álcool. A noite foi muito divertida, porém confusa. Quando eu bebo, eu perco o controle e causo confusão... Mas desta vez, me diverti muito com os meus amigos. As lembranças e sensações de eu e Faísca nos amando no cantinho na cozinha, intercalada por cenas "calientes" de Mozart me possuindo no banheiro e o Mestre me dominando na cama em momentos diferentes valeram toda bebida e o tempo de viagem. Acordei no dia seguinte exausta e com um pouco de ressaca, abraçada com o meu amor.

A manhã que se passou fiquei tomando banho de sol no quintal dos fundos, nua para não deixar marcas. Ter este nível de intimidade com todos já não seria mais escandaloso se alguém me visse assim agora. Durante  toda a manhã tudo ficou em paz, porque Mozart e o Mestre foram para a práia, azarar as garotas. DaVinci saiu de noite, enquanto eu e os rapazes nos divertíamos, para procurar a sua tampa de panela também e não voltou até agora. Faísca ficava preparando as carnes para o churrasco da hora do almoço.

Ao voltar, Mozart e o Mestre trazem duas amigas "de feriadão" que fizeram na praia. Uma se chamava Gabi, uma morena magra e bem apessoada e a outra, a sua amiga Tânia, uma garotinha mais cheinha, com o cabelo em tom de cobre. Parece que Mozart preferiu ficar com Tânia enquanto o mestre ficava com a Gabi. Por sorte, Faísca me avisara das visitas e pude me preparar antes, para não dar vexame.

O churrasco correu muito bem, com todas se divertindo conosco. Gabi era faladora e bem extrovertida, enquanto Tânia era mais tímida. As duas nunca jogaram rpg, então naquela  tarde deixamos as duas a vontade, namorando Mozart e o Mestre. DaVinci ligara, dizendo que estava se divertindo com um grupo de colegas que conheceu na praia, e que voltaria quando ficasse cheio deles ou fosse perto de voltar para casa. Durante toda aquela tarde a churrasqueira não parou de assar carnes... Enquanto todos se divertiam ouvindo musica, conversando ou bebendo batidas e sucos.

No final da tarde resolvemos jogar algo em grupo, já que tinhamos gente demais para jogar videogame... e RPG estava fora de questão. O Mestre tira de uma das mochilas o bom e poderoso War Império Romano, algo que até as garotas já jogaram um dia. Mas agora, com regras "da casa".

A ideia é que a cada rodada que tivesse um confronto, o perdedor bebia um bom e generoso gole de bebida. E a cada aliança, o lado mais forte recebia uma "prenda" do aliado mais fraco que passa-se por suas terras. Para quem já jogou war, é uma questão de tempo até que um ficasse forte demais ou dominasse pontos-chave, fechando estratégicamente o mapa em lugares ideais. O jogo era em casais, então Eu e Faísca eramos um poder, Gabi e Mestre outro e Mozart e Tânia o ultimo. O quarto lugar era vazio, em homenagem ao DaVinci, que bebia em nossa memória com seus amigos provisórios na práia em algum canto.

As rodadas daquele jogo eram piores que poker usando dinheiro real. Cada jogador ou jogadora tinha medo de lançar mão de uma estratégia ousada demais ou imprudente, acabando de se prejudicar demais. Por algum tempo, as jogadas de cada lado eram bem pensadas, procurando prender ou preparar armadilhas, ao mesmo tempo que se defendiam.

O jogo começou tenso, mas a medida que cada um perdia e ganhava, rapidamente os jogadores ficaram mais relaxados, mas muito mais afiados como cada um jogava. As garotas se perdiam nas estrategias, enquanto os rapazes buscavam alianças para protege-las suas próprias garotas e querer algo em troca das garotas dos outros, sempre. Os turnos eram alternados entre ele e ela, e era proibido cochichar ou combinar algo.

O jogo seguia seu curso, com Mozart e Tânia tomando conta da maior parte do mapa. Mestre e Gabi estavam em franca decadência, enquanto eu e Faísca estavamos no mais ou menos, tentando evitar os ataques desesperados de Gabi ou das extorsões do Mestre, ao mesmo tempo que Mozart ria e Tânia se demostrava adorar ser detentora do poder do reino de seu "césar".

O pagamento de prendas eram em soldados, territórios ou peças de roupas dos jogadores. Os rapazes rapidamente se esquivavam da pior parte, ficando apenas de sunga. Já as garotas, com Maiô (Tânia) ou bikini (eu e Gabi) na medida do possível. A turma estava relaxada, mas não alta a ponto de cometer um erro gritante ou um deslize crucial naquele jogo. Foi quando notei Mozart piscando discretamente para Faísca, pensando algo ao mesmo tempo com ele.

Em Terra Firme - Parte 0

Aquele ultimo jogo foi difícil e tenso...

Pelo resto da semana eu fiquei distraída, tentando não pensar nos rumos da minha personagem. Quando o jogador passa a afetar o personagem, todos esperam trapaças ou dedicação. Mas quando o personagem passa a afetar o jogador, é hora de dar um tempo e avaliar o que é realmente importante nele ou não.

Durante alguns dias fiquei imaginando no que Irvana e eu eramos diferentes e semelhantes... tentando entender o que motiva a personagem e a jogadora. Olhando para a ficha padronizada de dungeons & dragons, relendo outra vez o caderno de bolso com o histórico da minha personagem e as notas que eu fiz durante os jogos, passo a refletir. Não só pela personagem, mas também pela jogadora.

Penso como o meu relacionamento com Faísca mudou tanto, a ponto de ter um namoro firme, de um complementar o outro tão fortemente... E como me sinto segura em seus braços e reconfortada ao ouvir sua voz contando o seu dia dia ou da forma como sentia saudade de mim. Me sentia feliz ao estar ao lado dele, e de como ele me permitia ser eu mesma sem me conter as vezes.

Ao agir em relação aos outros... Me sinto insegura e incerta. Mozart sempre me desejou de uma forma mais passiva após o final do nosso namoro, chegando até nós dois termos alguma "brincadeira" sem compromisso, mas ele geralmente esfriava e nada ia para frente. Mas após eu começar a me relacionar com Faísca, ele passou a me querer mais e mais, de uma forma muito mais intensa do que antes... E isto atiçava a minha curiosidade e desejo. Com o Mestre, o que passava dele para mim era a sensação de me dominar e me possuir com gosto... Mas de uma forma diferente dos outros. Ele "sentia" a forma certa de me levar e me dominava, me fazendo seguir suas ordens, mas sem abusar de seu poder em troca de um bom sexo.

Mas DaVinci era o que me deixava mais ligada e ao mesmo tempo, mais confusa. É o meu melhor amigo, como um irmão... E de todos, é o único que dormiria de forma fraternal comigo, me amando como uma irmã e não amante. Eu desejava ele como homem, mas o amava como amigo e "irmão" de jogo. Por ter enfrentado preconceitos e chutado o pau da barraca, aprendi como ser forte e me impor nas mais diferentes situações. Agora precisava compreender tudo isto.

Irvana era uma arcana... Poderosa e capaz de grandes feitiços... Mas qual era o objetivo dela? Explorar o mundo para aprender novas magias? procurar novos modos de ficar rica? dominar o mundo?

A semana se passou, e eu gradualmente fui colocando as minhas idéias e ideais nos seus devidos lugares. O que sentia por Faísca era intenso e verdadeiro... Além de ser correspondido, ao ponto dele me dividir com os outros dentro e fora do game, para me agradar e se agradar também.

Depois de tanto pensar, passei a conviver sob o mesmo teto que Faísca, finalmente. Inicialmente era apenas na casa dele, dentro de seu quarto e dividindo um colchão de solteiro apertado, mas gostoso. Nos dias seguintes, já passamos a nos ajeitar com uma cama e colchão maior, além de pouco em pouco trazer as minhas roupas e coisas, pegando o meu próprio espaço no seu quarto, enquanto nós dois não conseguíamos o nosso próprio Apê.