O churrasco se inicia bem no final de uma tarde muito quente e abafada, regado com muita cerveja, conversa animada e musica de uma pilha de cds que trouxemos. DaVinci estava bancando a babá da churrasqueira enquanto o resto do grupo aproveitava a piscina para se refrescar. Por sorte, a piscina e a casinha da piscina onde tinha a churrasqueira, um comôdo com geladeira entupida de cerveja e mais a distância, bem mais a parte da piscina e distante do casarão ficava um banheirinho.
Tati ficava todo o tempo com o Mestre, abraçados juntos deitadinhos em uma rede pendurada em uma das paredes externas da casinha e um poste de madeira que trazia os fios de energia vindo do casarão da chácara, que ficava depois de algumas árvores. Mozart e Gabi namoravam na piscina enquanto eu e o Faisca nos divertiamos conversando com a Tati e o Mestre, falando das ultimas novidades. Em um certo ponto da nossa conversa, notamos a Gabi encostada na beirada da piscina abraçada com o Mozart experimentando um "exercicio novo" (palavras dele). Quando a "malhação" termina, os dois voltam da piscina perguntando onde tem mais cerveja e carne de churrasco, entrando na roda da conversa. DaVinci entra na conversa também, voltando para churrasqueira de tempos em tempos.
Depois de adiantar muito a conversa, de devorar muita comida e da Tati ter matado saudades do Mestre, o pessoal resolve jogar um pouco de rpg. A bola da vez seria um pouco de Gurps Horror, mestrado pelo DaVinci. Faisca ficou tomando conta da churrasqueira enquanto o DaVinci dava uma corrida até o casarão, para pegar as nossas coisas de rpg. Aproveito a brecha para ir ao banheiro.
Sigo uma trilha no meio da penumbra do inicio da noite para uma casinha de madeira antiga, bem a distância do casarão antigo da chácara e da casa da piscina. Tinha banheiros novos no casarão, mas ia me demorar muito para ir até lá e voltar. A chácara só tinha iluminação no casarão, na casa da piscina e dentro da casinha... Então isto fazia mais sentido depois de ter ouvido da Tati que o casarão era dos bisavós dela.
Ao chegar na casinha a minha primeira reação é puxar o cordão da luz, xingando baixinho por notar que não funcionava. Sem muita escolha, deixo a porta da casinha do banheiro aberta só com um fio de espaço, suficiente para ver a luz da lua do lado de fora... E desço a parte de baixo do meu biquini antes de sentar no assento do vaso...
...Mas o "meu" momento pessoal não dura muito. Rapidamente um vulto abre a porta da casinha e entra dentro, fechando e trancando. Antes de poder falar algo sinto uma mão forte segurando a minha boca, me impedindo de emitir qualquer som. Ouço a voz do tio da Tati falando "abra a boca" em um tom autoritário bem próprio de um homem criado em fazendas. Sem mostrar resistência, eu obedeço, seguindo depois as ordens dele para mover e chupar.
Sua satisfação era crescente e evidente. Sem muita demora ele me ordena para ficar de pé e colocar as minhas mãos contra a parede do banheiro. Sinto as mãos dele percorrendo o meu corpo e desamarrando a parte de cima do biquini, para ficar brincando com os meus seios enquanto a virilha dele procurava algum lugar atrás de mim para se aninhar. Ao se ajeitar, começamos a nos mover... Ele me dominando com suas mãos, me estocando e me apalpando com força, enquanto eu me movia o melhor possivel, para aproveitar o máximo. Segundo a minha avó, quando não se pode se escapar de levar ferro, então é melhor aproveitar o que puder.
Ele termina finalmente atingindo o seu limite, soltando tudo que podia dentro do vaso. Passamos alguns momentos recuperando o nosso fôlego e em seguida ele me coloca de costas contra a parede, virado para ele. Ele usa os dedos para me manter "no ritmo" dele enquanto a sua outra mão brinca deslizando por todo o meu corpo, dando tempo a ele para ficar "pronto" novamente e me deixando preparada. Tento evitar gemer alto, mas ele sorria ao ouvir os meus sons, reagindo ao toque dele.
Quando se sentiu pronto, ele abre as minhas pernas e me prensa contra a parede, me levantando um pouco para ficar deslizando encima dele. O segundo avanço dele a mim foi mais breve, mas não menos intenso. Seus movimentos e estocadas buscavam apenas o próprio prazer dele... Então eu tentava ao máximo aproveitar os movimentos dele sabendo que terminaria antes de mim. Suas estocadas eram fortes, bem intensas. Sinto a lingua dele explorando os meus seios e as mãos pesadas apertando forte o meu bumbum, para me movimentar naquele vai e vem que ele aproveitava bem... Quando ele acabou, se retirou do banheiro tão rapidamente quanto entrou, vestindo apenas seu bermudão jeans.
Eu respiro fundo, me recompondo. Aconteceu tudo de uma maneira tão rápida, forte e intensa que perdia qualquer chance de reação, só me restando em entregar totalmente para não vir algo mais violento. Ele conhecia cada canto da chácara, então deveria ter mais cuidado apartir de agora. Após arrumar os meus pensamentos e o bikini, volto para a piscina, mergulhando imediatamente nela e lavando qualquer marca ou qualquer outra coisa que tenha ficado.
Finalmente me junto ao meu grupo de rpg, após todo este rolo. O jogo de terror irá começar agora.
Como disse uma vez para o meu marido biônico, é foda escrever contos adultos de rpg.
ResponderExcluirEstou tentando manter atualizado sempre que posso, mas trabalho, crianças e marido sempre me roubam um bom bocado de tempo ;) mas juro que sempre tento escrever uma coisa nova, com muita frenquencia.
Transição é um outro arco de história. vamos ver como termina...
Entendemos, e gostei de falar do GURPS agora que ele vai sair em português!
ResponderExcluirA_A
ResponderExcluiradorei foi pros meus favs