Entre uma destas conversas, eu sugiro a idéia de um jogo na casa de um deles, no sobrado em construção seria divertido. Os quatro se entreolham pensando por alguns momentos e por fim, concordam. Decidimos ir durante o meio da tarde mesmo, passando em um supermercado no caminho para comprar comida, bebida e refrigerantes. Após uma ou duas horas de papo furando enquanto nos acomodamos naquele jogo de sofá velho no sobrado, botamos as bebidas e comidas na mesinha desgastada só para depois começar a jogar. Todos estavam mais a vontade para jogar, beber e se divertir juntos como nos velhos tempos.
Decidimos jogar o bom e velho D & D. Eu faço uma feiticeira, enquanto o meu ex terminava de preparar um guerreiro... Os outros escolhem ranger e um bárbaro, enquanto o ultimo fica com a tarefa de ser o mestre de jogo. O cenário é em um reino criado pelo nosso mestre, e os nossos personagens já se conheciam de (supostas) aventuras passadas a pouco tempo, atuando como mercenários (a maioria dos personagens eram tudo neutro, menos o do bárbaro que era chaotic evil).
O nosso grupo de infelizes e mal pagos mercenários fora contratados para roubar um artefato raro, de um reino distante e levar até as mãos do nosso contratante. Partimos da cidade (de forma complexa e bem clichê batizada pelo nosso mestre de) Capital, seguindo pelas estradas e trilhas por longas horas.
O nosso grupo de personagens faz tudo que está na cartilha durante as viagens... Matam animais inocentes para pegar carne e presas... Espancam bandidos que ousam atravessar o seu caminho, roubam uma caravana que por ali, azaradamente passava pela estrada, espantam um suposto npc clérigo lawful good que poderia supostamente nos ajudar, mas o nosso Bárbaro Ruivo (conhecido singularmente como "Ruivão", porque ninguém conseguia traduzir seu grunido de int 7 ou 8) dá uns caratiripapos, dizendo que não quer homem afrescalhado viajando conosco. Tudo isto em algumas horas de jogo.
Dentro e fora do jogo, a noite já caiu. Os nossos aventureiros armam suas barracas e começa a assar a carne dos animais que pegaram pelo caminho, em uma enorme fogueira, comendo e bebendo enquanto os seus jogadores fazem o mesmo, com bastante salgadinhos, sanduiches, vinho e muita cerveja. Foi quando o jogador do Bárbaro olha para mim e pergunta baixinho "topa?". Sem entender direito, eu falo "Topo". Foi quando começou a cena dentro do jogo.
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No acampamento dos nossos aventureiros, o bárbaro Ruivão observa a minha feiticeira, devorando-a com os olhos. Largando sua carne assada e jogando a qualquer canto, ele vai em direção dela e a agarra pelos cabelos por trás, puxando para sua tenda. A feiticeira reclama e tenta protestar, mas um tabefe do Ruivão a cala, de imediato.
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Na nossa roda de jogo, a cena aconteceu um pouco diferente. Depois dele ouvir "Topo", ele começou a fazer sua narração, em tom sério. Ele descreveu como o bárbaro observava a feiticeira enquanto comia a carne assada na brasa e bebia seu vinho. Ele levanta de seu lugar no sofá, caminhando até a poltrona velha onde eu estava. Ele segura os meus cabelos com cuidado, após dar uma piscada para mim... E dizendo que vai até a tenda dele, arrastando a minha personagem. Eu tento resistir, mas antes de poder recitar qualquer encanto ou reagir, o jogador faz a mimica de um tapa. Concordei e interpretei, seguindo a cena. Sigo com ele para o quarto escuro, com aquele colchão velho e judiado no chão.
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Dentro da tenda, o Ruivão senta no chão, puxando a feiticeira para o lado dele, bem juntinho. Grunindo algo furioso, ele levanta um pouco as peles amarradas que protegem seu corpo, expondo a sua virilha e puxa a cabeça da feiticeira até lá. Mesmo tentando resistir, ela é forçada a mover sua cabeça, enquanto coloca algo em sua boca. O Ruivão gruni algo feliz, sorrindo enquanto a feiticeira continua a mover sua boca para cima e para baixo, forçada pelo bárbaro ruivo. Entretido, o bárbaro despe a feiticeira, enquanto ela continua a diverti-lo.
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O jogador faz sua narração, sob o olhar atento de todos que observam da porta. Ele levantanda apenas a camiseta e mostrando a própria barriga. Eu me posiciono, ajoelhando no chão, em frente dele e começo a brincar, beijando a barriga dele. Talvez bastaria apenas fazer a mímica ou muito menos só para deixar ele na vontade ou fazer a cena, mas o olhar sofrido do meu ex que olha junto com os outros da porta, espiando e temendo que algo acontecesse me fez mudar de idéia. Começo a fazer a mímica, movendo a minha mão e a minha cabeça, sem toca-lo. Ele ri, enquanto faço a cena e entendendo a brincadeira.
Em uma certa altura da brincadeira, o jogador fala que vai despir a feiticeira e depois a si mesmo. Eu concordo e fico em pé, retirando as minhas sandálias e depois tirando o meu vestido, ficando de sutiã e calcinha rosa. Enquanto o jogador do bárbaro ruivo ficava só de cueca e se sentava no colchão, eu terminava de me ajeitar, no meio daquela escuridão toda.
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Na tenda, a feiticeira tem suas roupas rasgadas pelo bárbaro e ele a deita no chão, passando a abocanhar o seio esquerdo dela, passando a chupar enquanto se ajeita encima dela. Ela grita, pedindo ajuda aos outros aventureiros, mas o Bárbaro, enquanto mordo o seio e engancha um dedo embaixo dela, fazendo-a fechar os olhos com força, sentindo algo.
Eu me deito no chão, com ele encima de mim. Com um olhar rápido de aprovação da minha parte, ele começa a interpretar o estrupo da minha feiticeira. Ele fica por cima de mim, beijando e apalpando meu seio esquerdo, por cima do sutiã enquanto roça sua cintura na minha. Sinto o volume dele por debaixo da cueca. Os outros jogadores e o mestre olham da porta a cena interpretada, enquanto eu grito de forma bem cômica por socorro, como se fosse uma penélope charmosa. O jogador do bárbaro resolve tirar uma casquinha a mais, brincando com os dedos por cima da minha calcinha, enquanto eu falo.
Após brincar o suficiente, o Bárbaro passa a deitar seu corpo sobre a feiticeira, investindo-se contra ela e a possuindo a força. A feiticeira sente ele a invadindo-a enquanto segura seus braços no chão e gritar por ajuda, mas o bárbaro a cala novamente com outro tapa. Ele continua a toma-la de forma bruta, até que ele chega no seu climax, gargalhando enquanto sente preenchendo ela com sua virilidade. Ele espera alguns momentos, para depois coloca-la deitada de bruços no chão, passando a domina-la por trás. A feiticeira grita ao sentir a invasão que o bárbaro faz por sua retaguada, segurando com força sua cintura com suas mãos pesadas. Ela ranger os dentes, fechando os olhos com força enquanto o bárbaro continuava a domina-la.
Ele desliza a mão para dentro, passando a me acariciar com o dedo. Ele continuou a me acariciar com o dedo por alguns momentos, enquanto colocava "aquilo" para fora. Não foi preciso esperar muito e ele já começava a se ajeitar em mim, retirando as minhas peças intimas em silêncio.
Quando ele começou a se movimentar e os sons de nossos gemidos começou a ecoar naquele quarto escuro, os outros jogadores e o mestre assistiam tudo, em silêncio. Antes dele chegar no seu climax, eu me levanto, interrompendo ele, assumindo uma posição mais confortável para os dois, ficando de quatro encima do colchão.
Ele sorri e desta vez vem por trás, movendo-se devagar. Eu acompanho seus movimentos, sentindo suas mãos deslizando da minha cintura em direção ao meu busto. Após os dois terem terminado, ele sai do quarto nú, indo para a sala de jogo beber uma cerveja e eu, descanso sentada no colchão por alguns minutos. Os outros jogadores e o mestre foram para a sala, com ele. Decido ir como estou, para a sala também.
Entro pela sala, nua. todos param de conversar para me observar ir até a mesinha da sala, me curvar convidativamente e pegar uma latinha de cerveja e bebendo em seguida, com a maior naturalidade. Sinto o olhar aflito do meu ex, enquanto os outros se deliciavam com a cena. Bebo em silêncio, deixando eles me observarem livremente, esperando alguma reação deles além de olhar. Foi quando eu falei "vamos voltar a jogar."
Nas horas seguintes eu joguei rpg nua sentada no sofá entre o mestre e o outro jogador do Ranger. Havia um intenso ar de desejo no vindo dos dois, mas nenhum deles tomava a iniciativa. O jogador do bárbaro acabou dormindo na poltrona, nú também. O meu ex sentava a minha frente, sem saber o que fazer.
A vingança era bem doce naquele momento.
Na tenda, a feiticeira tem suas roupas rasgadas pelo bárbaro e ele a deita no chão, passando a abocanhar o seio esquerdo dela, passando a chupar enquanto se ajeita encima dela. Ela grita, pedindo ajuda aos outros aventureiros, mas o Bárbaro, enquanto mordo o seio e engancha um dedo embaixo dela, fazendo-a fechar os olhos com força, sentindo algo.
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Eu me deito no chão, com ele encima de mim. Com um olhar rápido de aprovação da minha parte, ele começa a interpretar o estrupo da minha feiticeira. Ele fica por cima de mim, beijando e apalpando meu seio esquerdo, por cima do sutiã enquanto roça sua cintura na minha. Sinto o volume dele por debaixo da cueca. Os outros jogadores e o mestre olham da porta a cena interpretada, enquanto eu grito de forma bem cômica por socorro, como se fosse uma penélope charmosa. O jogador do bárbaro resolve tirar uma casquinha a mais, brincando com os dedos por cima da minha calcinha, enquanto eu falo.
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Após brincar o suficiente, o Bárbaro passa a deitar seu corpo sobre a feiticeira, investindo-se contra ela e a possuindo a força. A feiticeira sente ele a invadindo-a enquanto segura seus braços no chão e gritar por ajuda, mas o bárbaro a cala novamente com outro tapa. Ele continua a toma-la de forma bruta, até que ele chega no seu climax, gargalhando enquanto sente preenchendo ela com sua virilidade. Ele espera alguns momentos, para depois coloca-la deitada de bruços no chão, passando a domina-la por trás. A feiticeira grita ao sentir a invasão que o bárbaro faz por sua retaguada, segurando com força sua cintura com suas mãos pesadas. Ela ranger os dentes, fechando os olhos com força enquanto o bárbaro continuava a domina-la.
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Ele desliza a mão para dentro, passando a me acariciar com o dedo. Ele continuou a me acariciar com o dedo por alguns momentos, enquanto colocava "aquilo" para fora. Não foi preciso esperar muito e ele já começava a se ajeitar em mim, retirando as minhas peças intimas em silêncio.
Quando ele começou a se movimentar e os sons de nossos gemidos começou a ecoar naquele quarto escuro, os outros jogadores e o mestre assistiam tudo, em silêncio. Antes dele chegar no seu climax, eu me levanto, interrompendo ele, assumindo uma posição mais confortável para os dois, ficando de quatro encima do colchão.
Ele sorri e desta vez vem por trás, movendo-se devagar. Eu acompanho seus movimentos, sentindo suas mãos deslizando da minha cintura em direção ao meu busto. Após os dois terem terminado, ele sai do quarto nú, indo para a sala de jogo beber uma cerveja e eu, descanso sentada no colchão por alguns minutos. Os outros jogadores e o mestre foram para a sala, com ele. Decido ir como estou, para a sala também.
Entro pela sala, nua. todos param de conversar para me observar ir até a mesinha da sala, me curvar convidativamente e pegar uma latinha de cerveja e bebendo em seguida, com a maior naturalidade. Sinto o olhar aflito do meu ex, enquanto os outros se deliciavam com a cena. Bebo em silêncio, deixando eles me observarem livremente, esperando alguma reação deles além de olhar. Foi quando eu falei "vamos voltar a jogar."
Nas horas seguintes eu joguei rpg nua sentada no sofá entre o mestre e o outro jogador do Ranger. Havia um intenso ar de desejo no vindo dos dois, mas nenhum deles tomava a iniciativa. O jogador do bárbaro acabou dormindo na poltrona, nú também. O meu ex sentava a minha frente, sem saber o que fazer.
A vingança era bem doce naquele momento.
Como sempre uma história deliciosa!
ResponderExcluirMas ela ainda está se vingando, que cruel, rsrsrsrs
Achei que já era o pensamento mais livre ^^
E continue escrevendo, você é muito boa!