Aproveitando um fim de semana de folga, eu resolvo visitar a república onde o Goiaba e o Chofer vivem, já que consegui algumas amizades lá dentro indo jogar rpg de vez em quando com os dois. Era umas 5, 6 da tarde, estava chegando depois do meu trabalho. Primeiro vejo se o Goiaba estava no apartamento dele, mas desconfiava que ele tinha saido por não ver a kombi vermelhona dele no estacionamento. Passo em seguida para o apartemento do Chofer, alguns andares a cima, vendo que estava tudo trancado, sem ninguém.
Subindo as escadas em direção do ultimo andar, começando a escutar a música pesada de uma banda popular de heavy metal. Chegando no corredor, vejo que a música sai do apartamento de um dos rapazes festeiros do prédio chamado Jorge, do qual já tenho amizade. Porta entreaberta, eu entro cumprimentando ele, interrompendo os estudos dele no sofá, em frente ao aparelho de som dele, junto com a Gabi. Rapidamente ele diminui o volume do seu som, para conversar melhor comigo e com a Gabi, interrompendo a sessão de estudos dos dois. Tomamos algumas latinhas de cerveja juntos, conversando sentados no sofá sobre os últimos acontecimentos.
Goiaba estava viajando e voltaria só no dia seguinte, enquanto o Chofer ninguém tinha visto naquela semana. Gabi contava como estava indo no curso dela, enquanto o ele ia e voltava da cozinha trazendo mais cerveja e salgadinhos, nos deixando a vontade para conversar. Depois de quase uma hora e meia de conversa a Gabi convida para passar a noite ali no apartamento, junto com ela no mesmo quarto. Jorge disse que não tinha problema, indicando um dos quartos para eu trocar de roupa e descansar, quando desejar.
Passamos quase uma hora colocando a conversa em dia, quando um pouco mais tarde, outros dois amigos do Jorge e da Gabi chegam no apartamento, trazendo pizza e mais bebidas, para jogarem videogame noite a dentro e falarem bobagem. Estava divertido falar algumas bobeiras, rir de piadas aqui e ali, bebendo vinho ou cerveja enquanto um derrotava o outro em jogos de luta. A bebida com certeza ajudava, pois ninguém se tornava invencível depois da terceira latinha de cerveja.
Em certo ponto da jogatina noite a dentro Gabi pergunta ao Jorge se pode dar um "tapa". Ele concorda e a garota vai até a estante dele, do lado da televisão e pega algo de dentro de um bibelô de um gato gordo bem feio, que sai a parte de cima. De lá de dentro ela tira um daqueles cigarrinhos caseiros.
Ela volta para o seu lugar, passando a acender e a fumar aquele cigarrinho e passar para o Jorge e seus amigos, que davam uma tragada cada um. Eu recusei a primeira oferecida, mas todos passavam a dar uma dragada de tempos em tempos, alternando quem fuma com quem joga ou com quem fuma e com quem bebe. Lá pela sexta ou sétima oferecida, com a sala já cheirando de uma forma gostosa, acabo aceitando dar uma tragada para não parecer a chata do grupo, meio relutante .
A sensação de relaxamento e desligamento vem devagar, mas surtia seu efeito. A sensação era agradável, bem vinda ao meu ser. Enquanto a gente fumava em grupo, as piadas e comentários faziam mais sentido, era tudo mais compreensível. O papo sobre os personagens do jogo pareceria absurdo, mas sob o efeito daquele cigarrinho toda lógica era aceitável, por mais discutível que fosse.
Na sala, a conversa sob uma densa nuvem de cheiro bem característico discutia sobre lutas de diferentes versões dos jogos de luta do street fighter... Até que alguém decidiu imitar um dos seus personagens, o Dee Jay, ficando em pé no meio da sala, dando alguns golpes desajeitados. Outro vai no embalo, decidindo imitar o Fei Long, tirando sua camiseta e indo até o meio da sala, usando sua calça de moleton.
Os dois improvisam uma luta de faz de conta, sob a torcida dos olhos vermelhos, quando "Dee Jay" cai por um golpe errado, de mentirinha. Ele volta para o sofá, quando Jorge resolve entrar para a luta, imitando o Zanguief, ficando apenas de cueca e com o seu porte fisico lembrando mais o E.Honda. Ele e o "Fei Long" lutam na sala, desta vez mais sério, no meio de risos e piadas até que "Fei Long" desiste e perde a luta.
Eu e Gabi assistiamos as lutas, fumando o cigarro que eles deixaram para nós... Até que o Jorge aponta para Gabi e fala "Elena, é tua vez. Suba no ringue". Conhecendo a personagem, ela tira a camiseta e calça, ficando apenas de sutiã e calcinha. Ela anda até o "ringue" no meio de aplausos e assovios dos outros "jogadores", com direito a um "Round one, fight!" gritado por mim no sofá.
"Elena" começa a fingir um ou outro golpe de capoeira, quando "Zanguief" a agarra com uma chave de braço, prendendo-a por trás. Ela não tem força para se livrar da chave, enquanto o lutador russo a derruba no chão, ficando por cima dela. Quando "Zanguief" usava uma de suas mãos para abaixar sua cueca e tomar posse de seu "prêmio", a "Elena" reage, dando uma joelhada digna de mortal kombat, fazendo ele cair do lado no chão, sem fôlego. Alguém do sofá fala "Perfect", gargalhando. Logo em seguida Gabi se levanta, ajeitando sua calcinha e sutiã, que ficou desajeitado pelo agarra-agarra da luta. De forma animada, ela pega uma latinha de cerveja na mesa e levanta como se fosse um troféu, sorrindo e comemorando, para se sentar de volta ao sofá, para "bebemorar" sua vitória.
Jorge se recupera após alguns momentos, ficando de pé de novo, um pouco insatisfeito por ter perdido a sua luta daquela forma diante de todos. Então ele se vira para mim falando "Sua vez, Cammy, venha!". Dou uma ultima tragada no cigarrinho e mato a minha cerveja já bem alta, indo lutar contra o "zanguief" na sala. Como a Gabi fez, deixo a minha calça e camiseta jogadas em um canto da sala, indo para o "ringue" no meio da sala.
No começo da luta "Cammy" e "zanguief" se mantém afastados, ele tentando agarrar ela com uma chave e ela, escapando. Em um momento da luta, ele agarra pelo sutiã, arrancando-o com uma puxada bem forte, arrebentando e fazendo os espectadores no sofá assoviarem. A "cammy" cobre seu busto surpresa pelo puxão e logo em seguida é agarrada pela frente, em um abraço forte. Ela tenta se soltar, mas o "zanguief" é mais forte, virando-a de lado e a derrubando de bruços encima de uma das poltronas do sofá, no meio de um grito assustado dela.
Ele puxa a calcinha com as duas mãos, jogando para um dos rapazes da plateia do sofá, que ri do seu souvenir inesperado. "Zanguief" dá um sonoro tapa na bunda dela, fazendo-a gritar assustada. Ele deixa sua cueca cair para os pés e passa a tomar o seu prêmio, invadindo-a e possuindo por trás em uma investida total. "Cammy" prostesta, dizendo para ir mais devagar, porque tava doendo. O russo parece não entender, avançando com mais vontade e intensidade, fazendo a sua virilha bater com força contra o bumbum dela, fazendo a garota fechar os olhos com força e tentar relaxar, enquanto sentia ele tomando-a a força. A torcida do sofá aplaudia e ria enquanto fumava seu cigarrinho, querendo mais. Por longos minutos, "Cammy" sentia ele me invadindo e me tomando por trás, me fazendo cerrar os dentes, gemendo abafado pelas suas investidas. Jorge não tinha meio termo, ele vinha com tudo, agarrando-me pela cintura e forçando a movimentação. Eu curvava o meu corpo, sentindo tudo tremer diante da força dele. Não era fácil acompanhar o seu ritmo.
Quando Jorge termina de se satisfazer com o seu "prêmio", eu respiro fundo, relaxando enquanto sinto ele se brincar com o meu bumbum, "pincelando" com o seu membro, marcando sua "propriedade" com o resultado do seu prazer. Ele ri, falando todo cheio de si "quem perde, dá!", andando nú em direção a mesa da sala, para depois pegar um cigarrinho e dar uma tragada forte. Continuo deitada de bruços no sofá, me recuperando e vendo os outros.
Gabi ri, mandando ele deitar no chão, para ela cobrar seu "prêmio" dele, já que ganhou uma luta contra ele. Jorge concorda, terminando de beber sua cerveja e deita ali no chão da sala para Gabi sentar em seu colo logo em seguida. Os dois ficam "brincando" entre si, até o Jorge ficar pronto novamente... Para ela começar a cavalgar nele, rindo. Eu me deito de lado, vendo a Gabi se mover sobre ele como uma verdadeira gata, aproveitando seu próprio tempo para sentir o contato dele em seu corpo.
Um dos amigos do Jorge se aproveita da distração dele com a Gabi e anda até mim, para ficar em pé ao meu lado. Deitada de lado no sofá, olho para cima, em direção do seu rosto. Ele sorri e em silêncio, oferecendo um cigarrinho na metade. Com um aceno silencioso, concordo aceitando o cigarro, para dar mais uma tragada das boas e sentir a sensação de relaxamento despretensioso me tomar mais um pouco. Conversamos algo sem nexo, enquanto nós dois olhavam Gabi e Jorge ficarem rolando um encima do outro no chão. Enquanto a conversa fluia, nós dois continuávamos a fumar até acabar o cigarro. O outro amigo do Jorge jogava videogame, alheio a tudo em seu próprio mundinho enfumaçado.
Que viagem....
ResponderExcluirmina casa comigo! rs
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